Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP
A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.
CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto * com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
O ponto de partida foi o “Baile dos Gordos”, um conceito original de Diana Regal: um baile mandado em que os dançarinos, voluntários de entre o público, envergam fatiotas concebidas por esta artista. Assim vestidos, roliços e divertidos, executam, ao som de música popular tocada ao vivo e da voz de comando da mandadora, um conjunto de danças tradicionais europeias. A dança, a música e a festa são potenciadas por estes corpos ligeiros e volumosos.
Esta experiência convocou para um mesmo espaço e tempo aspectos, temas, ritmos, ritos e risos anacrónicos e dissonantes que, ainda assim, parecem apontar para o futuro. Assim foi no encerramento do FIMP 2010.
Doravante trabalharemos sobre a ideia de uma dança de corpos novos e inesperados em que o dançarino anima através dos seus impulsos uma grande quantidade de matéria, numa mistura de máscara, marioneta e extensão do corpo.
Neste baile / festa serão experimentadas múltiplas interacções coreográficas (em par, em roda, etc.) e diversas reconfigurações fisionómicas. Gordos e gordas, macrocéfalos (cabeçudos) e gigantes (gigantones) já estão inscritos neste baile, outras formas serão inventadas pelo colectivo alargado de criadores.
As formas tradicionais e populares, os projectos vanguardistas, as utopias modernistas, as rupturas propostas pela performance e um número ilimitado de influências, referências e imaginários, pululam (e pulam!) nesta dança.
Estes corpos novos e extraordinários são criados em regime de oficina aberta, a dança e os corpos estão só à nossa espera para começar.
Estão todos convidados a participar!
DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
MÚSICA: CELINA PIEDADE, GUSTAVO COSTA, HENRIQUE FERNANDES
MANDADORA: MERCEDES PRIETO MARTINEZ
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:30
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
ACESSO GRATUITO

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
César Estrela, Sandra Pimenta, José Pedro Ferraz, JAS e Katarina Falcão são artistas que se apresentaram nos WIP do FIMP 2010. Regressam nesta edição para ocupar as janelas de três casas.
A luz e a sombra, a projecção de imagens manipuladas ao vivo e a sonoplastia original de Fernando Rodrigues são as matérias primas com que será construída esta experiência em que casas comunicam, através das suas janelas, memórias sombrias, desejos de rua e assombros domésticos.
Nesta rua do Porto, entre o Largo dos Lóios e o Campo dos Mártires da Pátria, as sombras vão ser mais vivas, eventualmente mais nítidas do que os objectos que as produzem.
CONCEITO: IGOR GANDRA
CRIADORES / INTÉRPRETES: CÉSAR ESTRELA; SANDRA PIMENTA; JAS; JOSÉ PEDRO FERRAZ; HUGO ALMEIDA; KATARINA FALCÃO
SONOPLASTIA: FERNANDO RODRIGUES
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:45
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M6 ANOS
ACESSO GRATUITO

Fotos de: Adriana (Manobras no Porto)
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Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
César Estrela, Sandra Pimenta, José Pedro Ferraz, JAS e Katarina Falcão são artistas que se apresentaram nos WIP do FIMP 2010. Regressam nesta edição para ocupar as janelas de três casas.
A luz e a sombra, a projecção de imagens manipuladas ao vivo e a sonoplastia original de Fernando Rodrigues são as matérias primas com que será construída esta experiência em que casas comunicam, através das suas janelas, memórias sombrias, desejos de rua e assombros domésticos.
Nesta rua do Porto, entre o Largo dos Lóios e o Campo dos Mártires da Pátria, as sombras vão ser mais vivas, eventualmente mais nítidas do que os objectos que as produzem.
CONCEITO: IGOR GANDRA
CRIADORES / INTÉRPRETES: CÉSAR ESTRELA; SANDRA PIMENTA; JAS; JOSÉ PEDRO FERRAZ; HUGO ALMEIDA; KATARINA FALCÃO
SONOPLASTIA: FERNANDO RODRIGUES
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:45
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M6 ANOS
ACESSO GRATUITO

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP
A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.
CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto * com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
O ponto de partida foi o “Baile dos Gordos”, um conceito original de Diana Regal: um baile mandado em que os dançarinos, voluntários de entre o público, envergam fatiotas concebidas por esta artista. Assim vestidos, roliços e divertidos, executam, ao som de música popular tocada ao vivo e da voz de comando da mandadora, um conjunto de danças tradicionais europeias. A dança, a música e a festa são potenciadas por estes corpos ligeiros e volumosos.
Esta experiência convocou para um mesmo espaço e tempo aspectos, temas, ritmos, ritos e risos anacrónicos e dissonantes que, ainda assim, parecem apontar para o futuro. Assim foi no encerramento do FIMP 2010.
Doravante trabalharemos sobre a ideia de uma dança de corpos novos e inesperados em que o dançarino anima através dos seus impulsos uma grande quantidade de matéria, numa mistura de máscara, marioneta e extensão do corpo.
Neste baile / festa serão experimentadas múltiplas interacções coreográficas (em par, em roda, etc.) e diversas reconfigurações fisionómicas. Gordos e gordas, macrocéfalos (cabeçudos) e gigantes (gigantones) já estão inscritos neste baile, outras formas serão inventadas pelo colectivo alargado de criadores.
As formas tradicionais e populares, os projectos vanguardistas, as utopias modernistas, as rupturas propostas pela performance e um número ilimitado de influências, referências e imaginários, pululam (e pulam!) nesta dança.
Estes corpos novos e extraordinários são criados em regime de oficina aberta, a dança e os corpos estão só à nossa espera para começar.
Estão todos convidados a participar!
DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
MÚSICA: CELINA PIEDADE, GUSTAVO COSTA, HENRIQUE FERNANDES
MANDADORA: MERCEDES PRIETO MARTINEZ
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:30
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
ACESSO GRATUITO

PARCERIA FIMP 2011 e PORTO 2.0 – MANOBRAS NO PORTO *
COM O ENVOLVIMENTO: TEATRO DO FRIO E COMPANHIA ERVA DANINHA

O ponto de partida foi o “Baile dos Gordos”, um conceito original de Diana Regal: um baile mandado em que os dançarinos, voluntários de entre o público, envergam fatiotas concebidas por esta artista. Assim vestidos, roliços e divertidos, executam, ao som de música popular tocada ao vivo e da voz de comando da mandadora, um conjunto de danças tradicionais europeias. A dança, a música e a festa são potenciadas por estes corpos ligeiros e volumosos.
Esta experiência convocou para um mesmo espaço e tempo aspectos, temas, ritmos, ritos e risos anacrónicos e dissonantes que, ainda assim, parecem apontar para o futuro. Assim foi no encerramento do FIMP 2010.
Doravante trabalharemos sobre a ideia de uma dança de corpos novos e inesperados em que o dançarino anima através dos seus impulsos uma grande quantidade de matéria, numa mistura de máscara, marioneta e extensão do corpo.
Neste baile / festa serão experimentadas múltiplas interacções coreográficas (em par, em roda, etc.) e diversas reconfigurações fisionómicas. Gordos e gordas, macrocéfalos (cabeçudos) e gigantes (gigantones) já estão inscritos neste baile, outras formas serão inventadas pelo colectivo alargado de criadores.
As formas tradicionais e populares, os projectos vanguardistas, as utopias modernistas, as rupturas propostas pela performance e um número ilimitado de influências, referências e imaginários, pululam (e pulam!) nesta dança.
Estes corpos novos e extraordinários são criados em regime de oficina aberta, a dança e os corpos estão só à nossa espera para começar.
Estão todos convidados a participar!
DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
MÚSICA: CELINA PIEDADE, GUSTAVO COSTA, HENRIQUE FERNANDES
MANDADORA: MERCEDES PRIETO MARTINEZ
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:30
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
ACESSO GRATUITO

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto * com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
O ponto de partida foi o “Baile dos Gordos”, um conceito original de Diana Regal: um baile mandado em que os dançarinos, voluntários de entre o público, envergam fatiotas concebidas por esta artista. Assim vestidos, roliços e divertidos, executam, ao som de música popular tocada ao vivo e da voz de comando da mandadora, um conjunto de danças tradicionais europeias. A dança, a música e a festa são potenciadas por estes corpos ligeiros e volumosos.
Esta experiência convocou para um mesmo espaço e tempo aspectos, temas, ritmos, ritos e risos anacrónicos e dissonantes que, ainda assim, parecem apontar para o futuro. Assim foi no encerramento do FIMP 2010.
Doravante trabalharemos sobre a ideia de uma dança de corpos novos e inesperados em que o dançarino anima através dos seus impulsos uma grande quantidade de matéria, numa mistura de máscara, marioneta e extensão do corpo.
Neste baile / festa serão experimentadas múltiplas interacções coreográficas (em par, em roda, etc.) e diversas reconfigurações fisionómicas. Gordos e gordas, macrocéfalos (cabeçudos) e gigantes (gigantones) já estão inscritos neste baile, outras formas serão inventadas pelo colectivo alargado de criadores.
As formas tradicionais e populares, os projectos vanguardistas, as utopias modernistas, as rupturas propostas pela performance e um número ilimitado de influências, referências e imaginários, pululam (e pulam!) nesta dança.
Estes corpos novos e extraordinários são criados em regime de oficina aberta, a dança e os corpos estão só à nossa espera para começar.
Estão todos convidados a participar!
DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
MÚSICA: CELINA PIEDADE, GUSTAVO COSTA, HENRIQUE FERNANDES
MANDADORA: MERCEDES PRIETO MARTINEZ
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:30
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
ACESSO GRATUITO

Parceria FIMP 2011 e Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura **
Showroomdummies explora a fronteira entre o animado e o inanimado assim como a relação entre a vida real e a sua representação. O objetivo, com este espetáculo, é pôr em evidência o caos que o corpo vivo pode despoletar quando roça o inanimado e a paixão que pode incendiar através da sua mera presença, que pode ser, ao mesmo tempo, imóvel e provocativa.
Ao abordar a personagem de Wanda von Dunajew, da novela de L. von Sacher-Masoch “A Vénus das Peles”, interessou-nos o erotismo inquietante que pode emergir da aparência exterior e da imobilidade.
A linguagem corporal é moldada, especialmente, pelas dinâmicas tumultuosas que surgem do erotismo e da repulsa face à inércia. A inércia da figura representada por Wanda von Dunajew é expressada, em parte, através do seu caráter gelado. Da figura de Wanda transborda uma perturbadora ambiguidade causada pela sua intimidade tanto com o manequim como com a morte. Ela perturba e apoia o seu ambiente; ela deixa-se manipular pelo seu diretor / amante, enquanto assume o papel de manipuladora.
O trabalho foca-se na plasticidade e no gesto de modo a sondar a relação única entre a existência de uma imagem e a existência de seres reais. A dramaturgia resulta da imagem e da linguagem corporal do bailarino, ator e manequim, abarcando os seus contrastes sem os fundir, trazendo-os antes ao encontro uns dos outros. Através da coreografia o corpo estilizado pode afastar-se do corpo de todos os dias e aproximar-se de um corpo que é imaginado, e por isso artificial.
A coreografia de Showroomdummies vai assim misturar bailarinos e manequins numa linguagem comum.
DIREÇÃO, COREOGRAFIA E CENOGRAFIA: ETIENNE BIDEAU REY E GISÈLE VIENNE
ELENCO DA RECRIAÇÃO 2009 – REPRESENTADA E CRIADA EM COLABORAÇÃO COM: JONATHAN CAPDEVIELLE, GAËL DEPAUW, GUILLAUME MARIE, ANNE MOUSSELET, ANJA RÖTTGERKAMP E TUJIKO NORIKO
MÚSICA ORIGINAL E PERFORMANCE AO VIVO: PETER REHBERG EXCEPTO A CANÇÃO CRIADA E INTERPRETADA POR TUJIKO NORIKO COM ARRANJOS DE KTL (STEPHEN O’MALLEY & PETER REHBERG)
LUZ: PATRICK RIOU
FIGURINOS: JOSÉ ENRIQUE ONA SELFA
MAQUILHAGEM: REBECCA FLORES
GUARDA-ROUPA: MARINO MARCHAND
COM O APOIO TÉCNICO DA EQUIPA TÉCNICA DE QUARTZ – SCÈNE NATIONALE DE BREST
AGRADECIMENTOS: WALTER LECOMPTE (PELEIRO) E LUVARIA CAUSSE
PRODUTOR ASSOCIADO: DACM COM A COLABORAÇÃO DE QUARTZ – SCÈNE NATIONALE DE BREST
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:15
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO CCVF


Showroomdummies explora a fronteira entre o animado e o inanimado assim como a relação entre a vida real e a sua representação. O objetivo, com este espetáculo, é pôr em evidência o caos que o corpo vivo pode despoletar quando roça o inanimado e a paixão que pode incendiar através da sua mera presença, que pode ser, ao mesmo tempo, imóvel e provocativa.
Ao abordar a personagem de Wanda von Dunajew, da novela de L. von Sacher-Masoch “A Vénus das Peles”, interessou-nos o erotismo inquietante que pode emergir da aparência exterior e da imobilidade.
A linguagem corporal é moldada, especialmente, pelas dinâmicas tumultuosas que surgem do erotismo e da repulsa face à inércia. A inércia da figura representada por Wanda von Dunajew é expressada, em parte, através do seu caráter gelado. Da figura de Wanda transborda uma perturbadora ambiguidade causada pela sua intimidade tanto com o manequim como com a morte. Ela perturba e apoia o seu ambiente; ela deixa-se manipular pelo seu diretor / amante, enquanto assume o papel de manipuladora.
O trabalho foca-se na plasticidade e no gesto de modo a sondar a relação única entre a existência de uma imagem e a existência de seres reais. A dramaturgia resulta da imagem e da linguagem corporal do bailarino, ator e manequim, abarcando os seus contrastes sem os fundir, trazendo-os antes ao encontro uns dos outros. Através da coreografia o corpo estilizado pode afastar-se do corpo de todos os dias e aproximar-se de um corpo que é imaginado, e por isso artificial.
A coreografia de Showroomdummies vai assim misturar bailarinos e manequins numa linguagem comum.
DIREÇÃO, COREOGRAFIA E CENOGRAFIA: ETIENNE BIDEAU REY E GISÈLE VIENNE
ELENCO DA RECRIAÇÃO 2009 – REPRESENTADA E CRIADA EM COLABORAÇÃO COM: JONATHAN CAPDEVIELLE, GAËL DEPAUW, GUILLAUME MARIE, ANNE MOUSSELET, ANJA RÖTTGERKAMP E TUJIKO NORIKO
MÚSICA ORIGINAL E PERFORMANCE AO VIVO: PETER REHBERG EXCEPTO A CANÇÃO CRIADA E INTERPRETADA POR TUJIKO NORIKO COM ARRANJOS DE KTL (STEPHEN O’MALLEY & PETER REHBERG)
LUZ: PATRICK RIOU
FIGURINOS: JOSÉ ENRIQUE ONA SELFA
MAQUILHAGEM: REBECCA FLORES
GUARDA-ROUPA: MARINO MARCHAND
COM O APOIO TÉCNICO DA EQUIPA TÉCNICA DE QUARTZ – SCÈNE NATIONALE DE BREST
AGRADECIMENTOS: WALTER LECOMPTE (PELEIRO) E LUVARIA CAUSSE
PRODUTOR ASSOCIADO: DACM COM A COLABORAÇÃO DE QUARTZ – SCÈNE NATIONALE DE BREST
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:15
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO CCVF

Numa Biblioteca onde os livros são as casas das palavras, vive uma família: a mãe Palavra, a filha Palavrinha e o pai Palavrão. Eles moram num livro antigo que, por ser já muito velho, está a cair de podre e necessita de obras. Mas os autores só fazem obras para livros novos. A novidade é que existe nessa Biblioteca um Papão, o Bicho-da-Prata, mais conhecido como o Papa-Livros, que se alimenta de palavras e devora todos os livros, fazendo a vida negra às palavras que lá vivem. Mas um dia, a bibliotecária recebe um telefonema de um autor muito famoso que anda a procura de palavras para o seu novo livro. É a oportunidade para a família de palavras mudar de vida. Só que o famoso autor, armado em vedeta, escolhe a Palavra e a Palavrinha, mas exclui o Palavrão do seu novo livro. Será que mãe e filha abandonarão o marido e pai Palavrão em troca da casa nova?
Contamos uma história onde os personagens principais são os habitantes de uma biblioteca.
As palavras, que vivem numa casa que é um livro, numa cidade que é a biblioteca, ganham vida, com os seus defeitos e qualidades, tal e qual como as pessoas, fazendo-nos ter vontade de as conhecer melhor.
TEXTO: THOMAS BAKK
ENCENAÇÃO E CENOGRAFIA: RAUL CONSTANTE PEREIRA
DESENHOS: SANDRA NEVES
DESENHO DE LUZ: PEDRO CARVALHO
MÚSICA E SONOPLASTIA: CARLOS ADOLFO
INTERPRETAÇÃO: TERESA ALPENDURADA, RAUL CONSTANTE PEREIRA
COSTUREIRA: ALEXANDRA BARBOSA
CONSTRUÇÃO CÉNICA: JOANA CAETANO, HERNÂNI MIRANDA, JOÃO LOUREIRO, ALEXANDRA BARBOSA, INÊS MARIANA
DESIGN GRÁFICO: SANDRA NEVES
PRODUÇÃO LIMITE ZERO
ESTREIA ABSOLUTA
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:50
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto * com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
O ponto de partida foi o “Baile dos Gordos”, um conceito original de Diana Regal: um baile mandado em que os dançarinos, voluntários de entre o público, envergam fatiotas concebidas por esta artista. Assim vestidos, roliços e divertidos, executam, ao som de música popular tocada ao vivo e da voz de comando da mandadora, um conjunto de danças tradicionais europeias. A dança, a música e a festa são potenciadas por estes corpos ligeiros e volumosos.
Esta experiência convocou para um mesmo espaço e tempo aspectos, temas, ritmos, ritos e risos anacrónicos e dissonantes que, ainda assim, parecem apontar para o futuro. Assim foi no encerramento do FIMP 2010.
Doravante trabalharemos sobre a ideia de uma dança de corpos novos e inesperados em que o dançarino anima através dos seus impulsos uma grande quantidade de matéria, numa mistura de máscara, marioneta e extensão do corpo.
Neste baile / festa serão experimentadas múltiplas interacções coreográficas (em par, em roda, etc.) e diversas reconfigurações fisionómicas. Gordos e gordas, macrocéfalos (cabeçudos) e gigantes (gigantones) já estão inscritos neste baile, outras formas serão inventadas pelo colectivo alargado de criadores.
As formas tradicionais e populares, os projectos vanguardistas, as utopias modernistas, as rupturas propostas pela performance e um número ilimitado de influências, referências e imaginários, pululam (e pulam!) nesta dança.
Estes corpos novos e extraordinários são criados em regime de oficina aberta, a dança e os corpos estão só à nossa espera para começar.
Estão todos convidados a participar!
DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
MÚSICA: CELINA PIEDADE, GUSTAVO COSTA, HENRIQUE FERNANDES
MANDADORA: MERCEDES PRIETO MARTINEZ
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:30
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
ACESSO GRATUITO

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
César Estrela, Sandra Pimenta, José Pedro Ferraz, JAS e Katarina Falcão são artistas que se apresentaram nos WIP do FIMP 2010. Regressam nesta edição para ocupar as janelas de três casas.
A luz e a sombra, a projecção de imagens manipuladas ao vivo e a sonoplastia original de Fernando Rodrigues são as matérias primas com que será construída esta experiência em que casas comunicam, através das suas janelas, memórias sombrias, desejos de rua e assombros domésticos.
Nesta rua do Porto, entre o Largo dos Lóios e o Campo dos Mártires da Pátria, as sombras vão ser mais vivas, eventualmente mais nítidas do que os objectos que as produzem.
CONCEITO: IGOR GANDRA
CRIADORES / INTÉRPRETES: CÉSAR ESTRELA; SANDRA PIMENTA; JAS; JOSÉ PEDRO FERRAZ; HUGO ALMEIDA; KATARINA FALCÃO
SONOPLASTIA: FERNANDO RODRIGUES
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:45
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M6 ANOS
ACESSO GRATUITO

Gostamos de desafios e voltar ao Capuchinho Vermelho, criado em 89 pelo João Paulo, agora nesta nova versão é mergulhar nesse universo delirante e hardcore tão peculiar e divertido onde os objetos se transformam em marionetas comestíveis.
O Edgard Fernandes é o ator / intérprete desta nova versão agora em estreia no FIMP.
Isabel Barros
Já reparou que O Capuchinho Vermelho é uma história na qual não se fala senão de comer?
Este aspeto do conto pareceu interessar João Paulo Seara Cardoso que aqui nos apresenta um saboroso espetáculo de teatro de objetos (perecíveis).
Tudo começa, tranquilamente, sobre a toalha plástica de uma mesa de cozinha um pouco antes da hora do jantar, até ao momento em que… a hortaliça espalhada sobre a mesa se transforma em floresta. A partir daí o universo oscila, os espaços vacilam, os tempos mudam e assistimos impotentes à metamorfose culinária do conto numa sequência de gestos e de imagens vertiginosas. O personagem, burocrata tímido, lívido, deixa-se levar, no espaço apertado da sua cozinha, por um saboroso delírio de invenções surrealistas.
É um espetáculo hilariante, efémero como uma boa refeição, mas do qual nos recordaremos por muito tempo.
ENCENAÇÃO: JOÃO PAULO SEARA CARDOSO (1956-2010)
INTERPRETAÇÃO: EDGARD FERNANDES
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:35
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M16 ANOS
PREÇO: 10€

Mãos que abraçam e empurram
Mãos que agarram e deixam cair
Mãos que roubam, mãos que dão
Mãos aos pares
Mãos que falam
Mãos que suam e ganham calo
Mãos pintadas e de luvas
Mãos que criam, mãos que matam
Mãos, mãos, mãos…
Um filme a seis mãos feito de mãos sem conta.

Classificação Etária: Todos
Duração: 01:00
Um Boogie: 2€
Os Boogies têm o aspecto de uns pequenos bonecos de esponja, mas na verdade são os habitantes de um planeta distante, o planeta Boogie (lê-se bugui).
Estas criaturas integram o imaginário do FIMP e do Teatro de Ferro desde a sua primeira incursão no nosso planeta, a apresentação do espectáculo BLURP em 2001.
Desde então, têm regressado à terra e actuado em diversos contextos. Nesta edição do Fimp 2011 os Boogies estarão na loja FIMP, acompanhados de um manual de instruções especialmente elaborado para que os manipuladores aprendizes possam em casa, ou em qualquer lugar, partir à descoberta…
Aos sábados, durante o FIMP, pela manhã irá decorrer a Boogie-Hour – uma micro acção [per]formativa, na qual todos os Boogies e os seus manipuladores estão convidados a participar.
FORMADORA: CARLA VELOSO
CONSTRUÇÃO DAS MARIONETAS: TEATRO DE FERRO

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito
Nesta oficina vamos construir corpos novos e extraordinários. Na verdade, tratam-se de peças que virão a ser acopladas ao corpo e utilizadas no Baile dos Corpos Extraordinários. Estas peças podem ser entendidas como extensões ou exageros das formas do corpo, como máscara, como uma mistura de figurino e marioneta, etc…
As formas tradicionais e populares, as visões modernistas sobre o corpo e o trabalho de muitos artistas plásticos e performers são algumas referências inspiradoras.
Toca a trabalhar!
DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
EQUIPA DE CONSTRUÇÃO: MARIANA BACELAR, EDUARDO MENDES, INÊS MARIANA MOITAS, INÊS COUTINHO, DIANA REGAL, IGOR GANDRA, RAUL CONSTANTE PEREIRA, RODRIGO MALVAR E TODAS AS CENTENAS DE PESSOAS QUE COLABORARAM NO ATELIER DA RUA DAS FLORES E NO ATELIER A CÉU ABERTO

PARTICIPAÇÃO GRATUITA – Inscrições: dir.producao.fimp@gmail.com
Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP
A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.
CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

Espaço de trabalho no exterior, “ao ar livre”, “à fresca”, “ao sol”, “ao léu”, “a descoberto”, “ao natural”, etc…
Neste atelier realizar-se-ão actividades construtivas, desconstrutivas e outras operações sobre a matéria e os sonhos. Adequado a pessoas de todas as idades, este é um espaço aberto ao céu e à cidade. Fimpalitos e Corpos Extraordinários para o respectivo baile, serão os resultados esperáveis do labor aqui realizado.
ACESSO GRATUITO
Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. A esplanada FIMP é o prolongamento natural do Atelier a Céu Aberto. Alguns trabalhos dão mais prazer do que a maioria dos conhaques.
O Porto ao Pôr-do-Sol é servido na esplanada.
Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.
No último sábado jantamos todos juntos.
Na Praça da Cordoaria toda a equipa do festival e o público interessado senta-se à mesma mesa.
Estão abertas as inscrições através dos contactos do FIMP.
Preço: 10€

Numa Biblioteca onde os livros são as casas das palavras, vive uma família: a mãe Palavra, a filha Palavrinha e o pai Palavrão. Eles moram num livro antigo que, por ser já muito velho, está a cair de podre e necessita de obras. Mas os autores só fazem obras para livros novos. A novidade é que existe nessa Biblioteca um Papão, o Bicho-da-Prata, mais conhecido como o Papa-Livros, que se alimenta de palavras e devora todos os livros, fazendo a vida negra às palavras que lá vivem. Mas um dia, a bibliotecária recebe um telefonema de um autor muito famoso que anda a procura de palavras para o seu novo livro. É a oportunidade para a família de palavras mudar de vida. Só que o famoso autor, armado em vedeta, escolhe a Palavra e a Palavrinha, mas exclui o Palavrão do seu novo livro. Será que mãe e filha abandonarão o marido e pai Palavrão em troca da casa nova?
Contamos uma história onde os personagens principais são os habitantes de uma biblioteca.
As palavras, que vivem numa casa que é um livro, numa cidade que é a biblioteca, ganham vida, com os seus defeitos e qualidades, tal e qual como as pessoas, fazendo-nos ter vontade de as conhecer melhor.
TEXTO: THOMAS BAKK
ENCENAÇÃO E CENOGRAFIA: RAUL CONSTANTE PEREIRA
DESENHOS: SANDRA NEVES
DESENHO DE LUZ: PEDRO CARVALHO
MÚSICA E SONOPLASTIA: CARLOS ADOLFO
INTERPRETAÇÃO: TERESA ALPENDURADA, RAUL CONSTANTE PEREIRA
COSTUREIRA: ALEXANDRA BARBOSA
CONSTRUÇÃO CÉNICA: JOANA CAETANO, HERNÂNI MIRANDA, JOÃO LOUREIRO, ALEXANDRA BARBOSA, INÊS MARIANA
DESIGN GRÁFICO: SANDRA NEVES
PRODUÇÃO LIMITE ZERO
ESTREIA ABSOLUTA
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:50
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

«Era uma vez um menino pequeno que vivia num país pequeno virado para o grande oceano.
Dizia-se que, nesse país, grandes homens e homens de todos os tamanhos se tinham lançado pelo mar dentro à procura de outros países e de outros homens. Mas isso tinha acontecido há tanto tempo que o menino de que estamos a falar nunca tinha molhado os pés no mar…»
DURA DITA DURA é a história de um menino, o Baltazar, que cresce algures, numa terreola perdida de um Portugal esquecido mas apertadamente vigiado e auto-vigiado. Baltazar é mudo, mas não surdo. A sua vivacidade de menino fora do baralho conflitua manifestamente com o obscurantismo que caracteriza o Portugal dos pequeninos. Baltazar é um escândalo de silêncio num país silenciado. Mas não se escolhe o lugar e o tempo onde se nasce.
DURA DITA DURA é um espectáculo de marionetas para todas as idades acerca da atmosfera de terror surdo que reinou durante meio século num país onde as paredes tinham ouvidos.
Através do olhar atento, por vezes atónito, de uma criança bem amada mas permeável ao mal-estar dominante, pretende-se dar a conhecer um passado ainda próximo que tende contudo a esbater-se nas «brumas da memória»…
Depois de dois anos e meio em itinerância, o espectáculo regressa ao FIMP e à cidade do Porto.
A história não se repete, é certo, mas os tempos que vivemos alertam-nos para a necessidade da memória.
TEXTO E CANÇÃO: REGINA GUIMARÃES
ENCENAÇÃO, CENOGRAFIA E MARIONETAS: IGOR GANDRA
MÚSICA: MICHAEL NICK
FADO / CANÇÃO: ANA DEUS
INTERPRETAÇÃO: IGOR GANDRA
DESENHO DE LUZ: RUI MAIA E TDF
OPERADOR DE SOM: FERNANDO RODRIGUES
OPERADOR DE LUZ: PEDRO NABAIS
COPRODUÇÃO: TEATRO DE FERRO, FIMP, FIMFA LX E FESTIVAL ESCRITA NA PAISAGEM
DURAÇÃO APROXIMADA: 48 ANOS
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M6 ANOS
PREÇO: 10€
TRANSPORTE GRATUITO – PONTO DE ENCONTRO: PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO. PARTIDA PARA O BALLETEATRO ÀS 21H15, VOLTA ÀS 23H15. APOIO STCP

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
César Estrela, Sandra Pimenta, José Pedro Ferraz, JAS e Katarina Falcão são artistas que se apresentaram nos WIP do FIMP 2010. Regressam nesta edição para ocupar as janelas de três casas.
A luz e a sombra, a projecção de imagens manipuladas ao vivo e a sonoplastia original de Fernando Rodrigues são as matérias primas com que será construída esta experiência em que casas comunicam, através das suas janelas, memórias sombrias, desejos de rua e assombros domésticos.
Nesta rua do Porto, entre o Largo dos Lóios e o Campo dos Mártires da Pátria, as sombras vão ser mais vivas, eventualmente mais nítidas do que os objectos que as produzem.
CONCEITO: IGOR GANDRA
CRIADORES / INTÉRPRETES: CÉSAR ESTRELA; SANDRA PIMENTA; JAS; JOSÉ PEDRO FERRAZ; HUGO ALMEIDA; KATARINA FALCÃO
SONOPLASTIA: FERNANDO RODRIGUES
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:45
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M6 ANOS
ACESSO GRATUITO

Gostamos de desafios e voltar ao Capuchinho Vermelho, criado em 89 pelo João Paulo, agora nesta nova versão é mergulhar nesse universo delirante e hardcore tão peculiar e divertido onde os objetos se transformam em marionetas comestíveis.
O Edgard Fernandes é o ator / intérprete desta nova versão agora em estreia no FIMP.
Isabel Barros
Já reparou que O Capuchinho Vermelho é uma história na qual não se fala senão de comer?
Este aspeto do conto pareceu interessar João Paulo Seara Cardoso que aqui nos apresenta um saboroso espetáculo de teatro de objetos (perecíveis).
Tudo começa, tranquilamente, sobre a toalha plástica de uma mesa de cozinha um pouco antes da hora do jantar, até ao momento em que… a hortaliça espalhada sobre a mesa se transforma em floresta. A partir daí o universo oscila, os espaços vacilam, os tempos mudam e assistimos impotentes à metamorfose culinária do conto numa sequência de gestos e de imagens vertiginosas. O personagem, burocrata tímido, lívido, deixa-se levar, no espaço apertado da sua cozinha, por um saboroso delírio de invenções surrealistas.
É um espetáculo hilariante, efémero como uma boa refeição, mas do qual nos recordaremos por muito tempo.
ENCENAÇÃO: JOÃO PAULO SEARA CARDOSO (1956-2010)
INTERPRETAÇÃO: EDGARD FERNANDES
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:35
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M16 ANOS
PREÇO: 10€

Mãos que abraçam e empurram
Mãos que agarram e deixam cair
Mãos que roubam, mãos que dão
Mãos aos pares
Mãos que falam
Mãos que suam e ganham calo
Mãos pintadas e de luvas
Mãos que criam, mãos que matam
Mãos, mãos, mãos…
Um filme a seis mãos feito de mãos sem conta.

Amândio Anastácio
Duração: 00:14
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito com inscrição prévia
Performance / hapenning de carácter experimental onde se tenta criar uma história através da manipulação sonora de objectos de diferentes matérias e de diferentes sonoridades plásticas.
Partindo de um exercício sobre a obra de Franz Kafka (Josefina, a Cantora ou O Povo dos Ratos) os espectadores poderão “ouvir” momentos sonoplásticos a partir de deslocações do som construindo uma tridimensionalidade sonora.
CONCEÇÃO / MANIPULAÇÃO: AMÂNDIO ANASTÁCIO
OBJETOS SONOROS: AMÂNDIO ANASTÁCIO, TIAGO FRÓIS E JOÃO BASTOS
SONOPLASTIA: JOÃO BASTOS

Teatro de Ferro
Duração: 00:45
Classificação Etária: M6 anos
Acesso gratuito com inscrição prévia
Transporte gratuito. Partida para o Balleteatro (para o espetáculo DURA DITA DURA) às 21h15, volta às 23h15. Apoio STCP.
No final da apresentação do Dura Dita Dura é proposto um momento de conversa com o público a partir da temática do espectáculo.

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito
Nesta oficina vamos construir corpos novos e extraordinários. Na verdade, tratam-se de peças que virão a ser acopladas ao corpo e utilizadas no Baile dos Corpos Extraordinários. Estas peças podem ser entendidas como extensões ou exageros das formas do corpo, como máscara, como uma mistura de figurino e marioneta, etc…
As formas tradicionais e populares, as visões modernistas sobre o corpo e o trabalho de muitos artistas plásticos e performers são algumas referências inspiradoras.
Toca a trabalhar!
DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
EQUIPA DE CONSTRUÇÃO: MARIANA BACELAR, EDUARDO MENDES, INÊS MARIANA MOITAS, INÊS COUTINHO, DIANA REGAL, IGOR GANDRA, RAUL CONSTANTE PEREIRA, RODRIGO MALVAR E TODAS AS CENTENAS DE PESSOAS QUE COLABORARAM NO ATELIER DA RUA DAS FLORES E NO ATELIER A CÉU ABERTO

PARTICIPAÇÃO GRATUITA – Inscrições: dir.producao.fimp@gmail.com
Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP
A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.
CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

Espaço de trabalho no exterior, “ao ar livre”, “à fresca”, “ao sol”, “ao léu”, “a descoberto”, “ao natural”, etc…
Neste atelier realizar-se-ão actividades construtivas, desconstrutivas e outras operações sobre a matéria e os sonhos. Adequado a pessoas de todas as idades, este é um espaço aberto ao céu e à cidade. Fimpalitos e Corpos Extraordinários para o respectivo baile, serão os resultados esperáveis do labor aqui realizado.
ACESSO GRATUITO
Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. A esplanada FIMP é o prolongamento natural do Atelier a Céu Aberto. Alguns trabalhos dão mais prazer do que a maioria dos conhaques.
O Porto ao Pôr-do-Sol é servido na esplanada.
Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.