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FIMPALITOS

MAIS UMA APRESENTAÇÃO DOS FIMPALITOS NO ÂMBITO DAS MANOBRAS NO PORTO NO DIA 1 DE OUTUBRO, NO MERCADO DE TODOS OS MERCADOS.

16 A 24 DE SETEMBRO, 15H00
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO
1 DE OUTUBRO
MERCADO DE TODOS OS MERCADOS
NO ÂMBITO DAS MANOBRAS NO PORTO
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WOP FIMPALITOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP

A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.

CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

WOP FIMPalitos . Foto: Susana Neves

SOMBRAS DA RUA DE TRÁS

MAIS UMA APRESENTAÇÃO DAS SOMBRAS DA RUA DE TRÁS NO ÂMBITO DAS MANOBRAS NO PORTO NO DIA 30 DE SETEMBRO.

CRIAÇÃO E PRODUÇÃO FIMP
Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *

23 E 24 DE SETEMBRO, 22H00
RUA DE TRÁS – CORDOARIA
30 DE SETEMBRO, 22H00
RUA DE TRÁS – CORDOARIA
NO ÂMBITO DAS MANOBRAS NO PORTO
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Sombras da Rua de Trás – Criação e produção FIMP . Foto: Susana Neves

César Estrela, Sandra Pimenta, José Pedro Ferraz, JAS e Katarina Falcão são artistas que se apresentaram nos WIP do FIMP 2010. Regressam nesta edição para ocupar as janelas de três casas.
A luz e a sombra, a projecção de imagens manipuladas ao vivo e a sonoplastia original de Fernando Rodrigues são as matérias primas com que será construída esta experiência em que casas comunicam, através das suas janelas, memórias sombrias, desejos de rua e assombros domésticos.
Nesta rua do Porto, entre o Largo dos Lóios e o Campo dos Mártires da Pátria, as sombras vão ser mais vivas, eventualmente mais nítidas do que os objectos que as produzem.

CONCEITO: IGOR GANDRA
CRIADORES / INTÉRPRETES: CÉSAR ESTRELA; SANDRA PIMENTA; JAS; JOSÉ PEDRO FERRAZ; HUGO ALMEIDA; KATARINA FALCÃO
SONOPLASTIA: FERNANDO RODRIGUES

DURAÇÃO APROXIMADA: 00:45
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M6 ANOS
ACESSO GRATUITO

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QUINTA-FEIRA, 22 DE SETEMBRO – PROGRAMAÇÃO

ESPETÁCULOS

21 A 24 DE SETEMBRO, 11H00
21, 22, E 24 DE SETEMBRO, 15H00
TEATRO CARLOS ALBERTO

ESTÓRIA DO TAMANHO DAS PALAVRAS
LIMITE ZERO

Numa Biblioteca onde os livros são as casas das palavras, vive uma família: a mãe Palavra, a filha Palavrinha e o pai Palavrão. Eles moram num livro antigo que, por ser já muito velho, está a cair de podre e necessita de obras. Mas os autores só fazem obras para livros novos. A novidade é que existe nessa Biblioteca um Papão, o Bicho-da-Prata, mais conhecido como o Papa-Livros, que se alimenta de palavras e devora todos os livros, fazendo a vida negra às palavras que lá vivem. Mas um dia, a bibliotecária recebe um telefonema de um autor muito famoso que anda a procura de palavras para o seu novo livro. É a oportunidade para a família de palavras mudar de vida. Só que o famoso autor, armado em vedeta, escolhe a Palavra e a Palavrinha, mas exclui o Palavrão do seu novo livro. Será que mãe e filha abandonarão o marido e pai Palavrão em troca da casa nova?
Contamos uma história onde os personagens principais são os habitantes de uma biblioteca.
As palavras, que vivem numa casa que é um livro, numa cidade que é a biblioteca, ganham vida, com os seus defeitos e qualidades, tal e qual como as pessoas, fazendo-nos ter vontade de as conhecer melhor.

TEXTO: THOMAS BAKK
ENCENAÇÃO E CENOGRAFIA: RAUL CONSTANTE PEREIRA
DESENHOS: SANDRA NEVES
DESENHO DE LUZ: PEDRO CARVALHO
MÚSICA E SONOPLASTIA: CARLOS ADOLFO
INTERPRETAÇÃO: TERESA ALPENDURADA, RAUL CONSTANTE PEREIRA
COSTUREIRA: ALEXANDRA BARBOSA
CONSTRUÇÃO CÉNICA: JOANA CAETANO, HERNÂNI MIRANDA, JOÃO LOUREIRO, ALEXANDRA BARBOSA, INÊS MARIANA
DESIGN GRÁFICO: SANDRA NEVES
PRODUÇÃO LIMITE ZERO

ESTREIA ABSOLUTA
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:50
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

Estória do Tamanho das Palavras – Limite Zero . Foto: Susana Neves
www.limitezero.org

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21 E 22 DE SETEMBRO, 21H30
TEATRO HELENA SÁ E COSTA

PEDRA-PÃO
CIRCOLANDO

Pedra-Pão tem como ponto de partida o entendimento da precariedade como motor de reinvenção das condições de sobrevivência. Queremos falar de um mundo que tem sempre que se reinventar, onde o quotidiano para ser suportável tem que ser visto de lado, de cima, de baixo, da esquerda, da direita, de frente e de trás para poder perceber o potencial que tem cada momento de vida.
Da cenografia fazem parte três móveis com rodas e três portas, restos de um quarto e de uma cozinha que podem ter pertencido a uma casa, agora abandonada.
Com a sua manipulação e utilização diversa, conseguimos ir criando e transformando os vários espaços de cena. Ora compomos espaços mais ou menos públicos, ora revelamos espaços íntimos e mais privados, explorando o avesso dos móveis, o seu lado mais interior. Viver em regime de sobrevivência.

CRIAÇÃO COLECTIVA
DIRECÇÃO: PATRICK MURYS
INTERPRETAÇÃO: INÊS OLIVEIRA, MAFALDA SALOIO E PATRICK MURYS
APOIO À DIRECÇÃO: ANDRÉ BRAGA, CLÁUDIA FIGUEIREDO E JOÃO VLADIMIRO
SONOPLASTIA: PEDRO FONSECA
CONSTRUÇÃO: SANDRA NEVES, CARLOS PINHEIRO, NUNO GUEDES E NUNO BRANDÃO
LUZ: FRANCISCO TAVARES TELES
PRODUÇÃO: ANA CARVALHOSA (DIRECÇÃO) E CLÁUDIA SANTOS
CO-PRODUÇÃO: ARTEMREDE, CENTRO CULTURAL DE BELÉM / FÁBRICA DAS ARTES, FESTIVAL INTERNACIONAL DE MARIONETAS DO PORTO
APOIOS: IEFP/CACE CULTURAL DO PORTO

ANTE-ESTREIA
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:00
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: 10€

Pedra-Pão – Circolando . Foto: João Vladimiro
www.circolando.com

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22 DE SETEMBRO, 22H00
ESTAÇÃO DE METRO DA TRINDADE – TERRAÇO

CETTE IMMENSE INTIMITÉ
COMPAGNIE RETOURAMONT

O corpo e as imagens são um todo: um objeto plástico ao vivo e em movimento.
As imagens transcendem a bailarina, o que vemos ultrapassa os limites físicos do corpo, é essa a força da interpretação.
Escolher um solo é afirmar uma dança singular. Este questiona o corpo em suspensão, em ligação com a parede. Esta performance permite partilhar as sensações da bailarina que evolui na arquitetura.
Com um dispositivo técnico específico podemos fazer com que as nossas perceções da bailarina se tornem enormes, visíveis. Essas perceções podem invadir o espaço e a coreografia entrelaça-se entre esses novos dados e o movimento.
Uma escrita dupla: dança e imagem.
As imagens projetadas na parede constituem o espaço de evolução da bailarina. Uma dança em expansão torna-se organizada, e é conjugada, durante o espetáculo com amplitudes variáveis, das mais interiorizadas às mais amplas. A técnica permitir-nos-á criar vertiginosos zooms virtuais.
Faremos filmagens de cima, de frente, e estas sequências serão o material fundamental que será transformado, em tempo real com o Méta-Mallette, por Fabrice Guillot.
Uma história aberta, uma experiência no espaço público para o público.
A bailarina progride na parede, suspensa por um elástico que lhe permite o movimento no local, balançar de um lado para o outro e lhe dá dimensão vertical. O local usual abre-se a um local onde nunca se pôs um pé. Este espaço livre na cidade, invisível, torna-se o lugar de uma viagem sensorial e gravitacional para o público.
A dança começa no topo da parede, acabando junto ao público, no chão. Esta dança no chão está sempre ligada à parede pelo elástico e entra no espaço do público oferecendo assim uma nova dimensão – a profundidade.
Esta peça não é uma história real, todas as interpretações são, por isso, corretas. O público está imerso nas percepções da bailarina e pode inventar a sua própria performance.
As imagens não criam um duplo ou um parceiro para a bailarina – elas surgem das suas sensações. A bai­larina está como que a nadar num banho sensorial.

COREOGRAFIA: FABRICE GUILLOT
DANÇARINA: OLIVIA CUBERO
MANIPULAÇÃO DE IMAGEM: FABRICE GUILLOT
MÚSICA: FM EINHEIT: ERSCHEINUNG DER TÔCHTER AND PROLOG FROM PROMETHEUS LEAR / WOWEN HAND: MY RUSSIA (STANDING ON HANDS) AND ANOTHER WHITE BIRD FROM BLUSH MUSIC
SOFTWARE DESENVOLVIDO POR: SERGE DE LAUBIER / MÉTA-MALLETTE PUCE MUSE
PRODUÇÃO RETOURAMONT / FABRICE GUILLOT
COPRODUTORES: MUNICÍPIO DE MOSELLE, FESTIVAL DANCIN’OXFORD, GRAND THÉÂTRE DE LORIENT, THEATRE DE CACHAN

DURAÇÃO APROXIMADA: 00:30
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M3 ANOS
ACESSO GRATUITO

Cette Immense Intimité – Compagnie Retouramont . Foto: Serge de Laubier
www.retouramont.com 

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16 E 17 DE SETEMBRO, 23H00
20 A 24 DE SETEMBRO, 23H00
TEATRO DE BELOMONTE

CAPUCHINHO VERMELHO XXX
TEATRO DE MARIONETAS DO PORTO

Gostamos de desafios e voltar ao Capuchinho Vermelho, criado em 89 pelo João Paulo, agora nesta nova versão é mergulhar nesse universo delirante e hardcore tão peculiar e divertido onde os objetos se transformam em marionetas comestíveis.
O Edgard Fernandes é o ator / intérprete desta nova versão agora em estreia no FIMP.

Isabel Barros

Já reparou que O Capuchinho Vermelho é uma história na qual não se fala senão de comer?
Este aspeto do conto pareceu interessar João Paulo Seara Cardoso que aqui nos apresenta um saboroso espetáculo de teatro de objetos (perecíveis).
Tudo começa, tranquilamente, sobre a toalha plástica de uma mesa de cozinha um pouco antes da hora do jantar, até ao momento em que… a hortaliça espalhada sobre a mesa se transforma em floresta. A partir daí o universo oscila, os espaços vacilam, os tempos mudam e assistimos impotentes à metamorfose culinária do conto numa sequência de gestos e de imagens vertiginosas. O personagem, burocrata tímido, lívido, deixa-se levar, no espaço apertado da sua cozinha, por um saboroso delírio de invenções surrealistas.
É um espetáculo hilariante, efémero como uma boa refeição, mas do qual nos recordaremos por muito tempo.

ENCENAÇÃO: JOÃO PAULO SEARA CARDOSO (1956-2010)
INTERPRETAÇÃO: EDGARD FERNANDES

DURAÇÃO APROXIMADA: 00:35
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M16 ANOS
PREÇO: 10€

Capuchinho Vermelho XXX – TEATRO de Marionetas do Porto . Foto: Catarina Côdea
www.marionetasdoporto.pt

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16 A 24 DE SETEMBRO
LOCAIS DE APRESENTAÇÃO FIMP

FILME A SEIS MÃOS
AMARANTE ABRAMOVICI, IGOR GANDRA, TIAGO AFONSO

Mãos que abraçam e empurram
Mãos que agarram e deixam cair
Mãos que roubam, mãos que dão
Mãos aos pares
Mãos que falam
Mãos que suam e ganham calo
Mãos pintadas e de luvas
Mãos que criam, mãos que matam
Mãos, mãos, mãos…

Um filme a seis mãos feito de mãos sem conta.

WIP – WORK IN PROGRESS

22 DE SETEMBRO, 18H45
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WIP NADA…NADA…NADA!

Rodrigo Malvar
Duração: 00:40
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito com inscrição prévia

Um solo. De clown.
Loop. Repetição,
loop, loop, loop.
Uma festa sem ninguém.
Flop.
Espaço. Tempo. Formatação.
Folha em branco à espera …
de um formato.
Igual a quem?
Tempo. Respiração,
tempo, tempo, tempo
O olhar do público,
temo
Abre-se a janela, escorre num rasgo…
Precisamos mesmo ou deixa estar como está?

CONCEÇÃO E CRIAÇÃO: SOUSASOUNDSISTEMA
INTERPRETAÇÃO E CRIAÇÃO: GUILLEM GERONÈS

WIP Nada…Nada…Nada! . Foto: Joaquin Gerêz

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WOP – WORKSHOPS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP OFICINA DE CONSTRUÇÃO CORPOS EXTRAORDINÁRIOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito

Nesta oficina vamos construir corpos novos e extraordinários. Na verdade, tratam-se de peças que virão a ser acopladas ao corpo e utilizadas no Baile dos Corpos Extraordinários. Estas peças podem ser entendidas como extensões ou exageros das formas do corpo, como máscara, como uma mistura de figurino e marioneta, etc…
As formas tradicionais e populares, as visões modernistas sobre o corpo e o trabalho de muitos artistas plásticos e performers são algumas referências inspiradoras.
Toca a trabalhar!

DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
EQUIPA DE CONSTRUÇÃO: MARIANA BACELAR, EDUARDO MENDES, INÊS MARIANA MOITAS, INÊS COUTINHO, DIANA REGAL, IGOR GANDRA, RAUL CONSTANTE PEREIRA, RODRIGO MALVAR E TODAS AS CENTENAS DE PESSOAS QUE COLABORARAM NO ATELIER DA RUA DAS FLORES E NO ATELIER A CÉU ABERTO

WOP Oficina de construção Corpos Extraordinários . Fotos: Joaquin Gerêz

PARTICIPAÇÃO GRATUITA – Inscrições: dir.producao.fimp@gmail.com 

16 A 24 DE SETEMBRO, 15H00
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP FIMPALITOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP

A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.

CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

WOP FIMPalitos . Foto: Susana Neves

ENCONTROS E DESENCONTROS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ATELIER A CÉU ABERTO

Espaço de trabalho no exterior, “ao ar livre”, “à fresca”, “ao sol”, “ao léu”, “a descoberto”, “ao natural”, etc…
Neste atelier realizar-se-ão actividades construtivas, desconstrutivas e outras operações sobre a matéria e os sonhos. Adequado a pessoas de todas as idades, este é um espaço aberto ao céu e à cidade. Fimpalitos e Corpos Extraordinários para o respectivo baile, serão os resultados esperáveis do labor aqui realizado.

ACESSO GRATUITO

16 A 24  DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ESPLANADA FIMP

Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. A esplanada FIMP é o prolongamento natural do Atelier a Céu Aberto. Alguns trabalhos dão mais prazer do que a maioria dos conhaques.
O Porto ao Pôr-do-Sol é servido na esplanada.

16 A 24  DE SETEMBRO, 18H30
PRAÇA DA CORDOARIA

PORTO AO PÔR DO SOL

Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.

QUARTA-FEIRA, 21 DE SETEMBRO – PROGRAMAÇÃO

ESPETÁCULOS

21 A 24 DE SETEMBRO, 11H00
21, 22, E 24 DE SETEMBRO, 15H00
TEATRO CARLOS ALBERTO

ESTÓRIA DO TAMANHO DAS PALAVRAS
LIMITE ZERO

Numa Biblioteca onde os livros são as casas das palavras, vive uma família: a mãe Palavra, a filha Palavrinha e o pai Palavrão. Eles moram num livro antigo que, por ser já muito velho, está a cair de podre e necessita de obras. Mas os autores só fazem obras para livros novos. A novidade é que existe nessa Biblioteca um Papão, o Bicho-da-Prata, mais conhecido como o Papa-Livros, que se alimenta de palavras e devora todos os livros, fazendo a vida negra às palavras que lá vivem. Mas um dia, a bibliotecária recebe um telefonema de um autor muito famoso que anda a procura de palavras para o seu novo livro. É a oportunidade para a família de palavras mudar de vida. Só que o famoso autor, armado em vedeta, escolhe a Palavra e a Palavrinha, mas exclui o Palavrão do seu novo livro. Será que mãe e filha abandonarão o marido e pai Palavrão em troca da casa nova?
Contamos uma história onde os personagens principais são os habitantes de uma biblioteca.
As palavras, que vivem numa casa que é um livro, numa cidade que é a biblioteca, ganham vida, com os seus defeitos e qualidades, tal e qual como as pessoas, fazendo-nos ter vontade de as conhecer melhor.

TEXTO: THOMAS BAKK
ENCENAÇÃO E CENOGRAFIA: RAUL CONSTANTE PEREIRA
DESENHOS: SANDRA NEVES
DESENHO DE LUZ: PEDRO CARVALHO
MÚSICA E SONOPLASTIA: CARLOS ADOLFO
INTERPRETAÇÃO: TERESA ALPENDURADA, RAUL CONSTANTE PEREIRA
COSTUREIRA: ALEXANDRA BARBOSA
CONSTRUÇÃO CÉNICA: JOANA CAETANO, HERNÂNI MIRANDA, JOÃO LOUREIRO, ALEXANDRA BARBOSA, INÊS MARIANA
DESIGN GRÁFICO: SANDRA NEVES
PRODUÇÃO LIMITE ZERO

ESTREIA ABSOLUTA
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:50
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

Estória do Tamanho das Palavras – Limite Zero . Foto: Susana Neves
www.limitezero.org

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20 E 21 DE SETEMBRO, 21H30
TEATRO CARLOS ALBERTO

AUTO DA CRIAÇÃO DO MUNDO
CENDREV – CENTRO DRAMÁTICO DE ÉVORA

Com uma história que remonta ao séc. XIX, estes títeres tradicionais do Alentejo parecem ter tido a sua origem na aldeia que lhes deu o nome. Bonecos de varão que são manipulados por cima, à semelhança das grandes marionetas do Sul de Itália e do Norte da Europa, mas de dimensão mais reduzida.
No repertório dos espetáculos dos Bonecos de Santo Aleixo podemos encontrar peças de tradição secular, de teor maioritariamente religioso, como o Auto da Criação do Mundo, assim como textos e canções que pertencem à chamada literatura de cordel, numa fusão produtiva entre a cultura popular e a escrita erudita. Legado recuperado em finais dos anos 1960 por Michel Giacometti e Henrique Delgado, os Bonecos de Santo Aleixo seriam posteriormente adquiridos pelo Centro Dramático de Évora, que através dos seus atores profissionais assegura a continuidade desta expressão artística alentejana.

INTERPRETAÇÃO: ANA MEIRA, GIL SALGUEIRO NAVE, ISABEL BILOU, JOSÉ RUSSO, VICTOR ZAMBUJO
ACOMPANHAMENTO MUSICAL (GUITARRA PORTUGUESA): GIL SALGUEIRO NAVE
PRODUÇÃO: CENDREV – CENTRO DRAMÁTICO DE ÉVORA

DURAÇÃO APROXIMADA: 01:10
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

Auto da Criação do Mundo – CENDREV – Centro Dramático de Évora . Foto: Paulo Nuno Silva
www.cendrev.com

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21 E 22 DE SETEMBRO, 21H30
TEATRO HELENA SÁ E COSTA

PEDRA-PÃO
CIRCOLANDO

Pedra-Pão tem como ponto de partida o entendimento da precariedade como motor de reinvenção das condições de sobrevivência. Queremos falar de um mundo que tem sempre que se reinventar, onde o quotidiano para ser suportável tem que ser visto de lado, de cima, de baixo, da esquerda, da direita, de frente e de trás para poder perceber o potencial que tem cada momento de vida.
Da cenografia fazem parte três móveis com rodas e três portas, restos de um quarto e de uma cozinha que podem ter pertencido a uma casa, agora abandonada.
Com a sua manipulação e utilização diversa, conseguimos ir criando e transformando os vários espaços de cena. Ora compomos espaços mais ou menos públicos, ora revelamos espaços íntimos e mais privados, explorando o avesso dos móveis, o seu lado mais interior. Viver em regime de sobrevivência.

CRIAÇÃO COLECTIVA
DIRECÇÃO: PATRICK MURYS
INTERPRETAÇÃO: INÊS OLIVEIRA, MAFALDA SALOIO E PATRICK MURYS
APOIO À DIRECÇÃO: ANDRÉ BRAGA, CLÁUDIA FIGUEIREDO E JOÃO VLADIMIRO
SONOPLASTIA: PEDRO FONSECA
CONSTRUÇÃO: SANDRA NEVES, CARLOS PINHEIRO, NUNO GUEDES E NUNO BRANDÃO
LUZ: FRANCISCO TAVARES TELES
PRODUÇÃO: ANA CARVALHOSA (DIRECÇÃO) E CLÁUDIA SANTOS
CO-PRODUÇÃO: ARTEMREDE, CENTRO CULTURAL DE BELÉM / FÁBRICA DAS ARTES, FESTIVAL INTERNACIONAL DE MARIONETAS DO PORTO
APOIOS: IEFP/CACE CULTURAL DO PORTO

ANTE-ESTREIA
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:00
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: 10€

Pedra-Pão – Circolando . Foto: João Vladimiro
www.circolando.com

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16 E 17 DE SETEMBRO, 23H00
20 A 24 DE SETEMBRO, 23H00
TEATRO DE BELOMONTE

CAPUCHINHO VERMELHO XXX
TEATRO DE MARIONETAS DO PORTO

Gostamos de desafios e voltar ao Capuchinho Vermelho, criado em 89 pelo João Paulo, agora nesta nova versão é mergulhar nesse universo delirante e hardcore tão peculiar e divertido onde os objetos se transformam em marionetas comestíveis.
O Edgard Fernandes é o ator / intérprete desta nova versão agora em estreia no FIMP.

Isabel Barros

Já reparou que O Capuchinho Vermelho é uma história na qual não se fala senão de comer?
Este aspeto do conto pareceu interessar João Paulo Seara Cardoso que aqui nos apresenta um saboroso espetáculo de teatro de objetos (perecíveis).
Tudo começa, tranquilamente, sobre a toalha plástica de uma mesa de cozinha um pouco antes da hora do jantar, até ao momento em que… a hortaliça espalhada sobre a mesa se transforma em floresta. A partir daí o universo oscila, os espaços vacilam, os tempos mudam e assistimos impotentes à metamorfose culinária do conto numa sequência de gestos e de imagens vertiginosas. O personagem, burocrata tímido, lívido, deixa-se levar, no espaço apertado da sua cozinha, por um saboroso delírio de invenções surrealistas.
É um espetáculo hilariante, efémero como uma boa refeição, mas do qual nos recordaremos por muito tempo.

ENCENAÇÃO: JOÃO PAULO SEARA CARDOSO (1956-2010)
INTERPRETAÇÃO: EDGARD FERNANDES

DURAÇÃO APROXIMADA: 00:35
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M16 ANOS
PREÇO: 10€

Capuchinho Vermelho XXX – TEATRO de Marionetas do Porto . Foto: Catarina Côdea
www.marionetasdoporto.pt

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16 A 24 DE SETEMBRO
LOCAIS DE APRESENTAÇÃO FIMP

FILME A SEIS MÃOS
AMARANTE ABRAMOVICI, IGOR GANDRA, TIAGO AFONSO

Mãos que abraçam e empurram
Mãos que agarram e deixam cair
Mãos que roubam, mãos que dão
Mãos aos pares
Mãos que falam
Mãos que suam e ganham calo
Mãos pintadas e de luvas
Mãos que criam, mãos que matam
Mãos, mãos, mãos…

Um filme a seis mãos feito de mãos sem conta.

WIP – WORK IN PROGRESS

21 DE SETEMBRO, 18H45
TEATRO DE FERRO

WIP ESCOLA DE VERÃO / PAISAGENS INTERIORES

Escola de Verão do Festival Escrita na Paisagem
Introdução ao Universo de Philippe Genty
Formadores: Eric de Sarria e Nancy Rusek
Duração: 01:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito com inscrição prévia
Transporte gratuito – Partida 18H30 na Cordoaria, junto ao Atelier a Céu Aberto. Paragem na Praça Sandeman_Gaia. Regresso às 20H00, com partida a partir da praça Sandeman. Apoio STCP

O espetáculo que se apresenta configura o resultado do curso intensivo Paisagens Interiores: Introdução ao Universo de Philippe Genty, dirigido por Eric de Sarria e Nancy Rusek (Cie Philippe Genty), no quadro da Escola de Verão do Festival Escrita na Paisagem. Paisagens Interiores representa o segundo nível de um curso introdutório (o primeiro teve lugar no ano passado, também na Escola de Verão do Escrita na Paisagem) à estética e metodologia de trabalho da Compagnie Philippe Genty, concebido com base no método de trabalho de Philippe Genty e Mary Underwood. Propõe-se a descoberta prática de algumas ferramentas de linguagem visual da companhia que cruzam o jogo do ator, manipulação de materiais, o movimento próximo da dança, a voz e que se sustentam nos recursos pessoais de cada participante. O trabalho tem por base: escuta, convicção, impulsos, pontos fixos, dissociação, improvisação, memória, relação com objetos e materiais, ocupação do espaço e a voz.

Projeto copromovido pelo Centro de História de Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora com o apoio da Fundação Ciência e Tecnologia e do Departamento de Artes e Ciências da Universidade de Évora.

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WOP – WORKSHOPS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP OFICINA DE CONSTRUÇÃO CORPOS EXTRAORDINÁRIOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito

Nesta oficina vamos construir corpos novos e extraordinários. Na verdade, tratam-se de peças que virão a ser acopladas ao corpo e utilizadas no Baile dos Corpos Extraordinários. Estas peças podem ser entendidas como extensões ou exageros das formas do corpo, como máscara, como uma mistura de figurino e marioneta, etc…
As formas tradicionais e populares, as visões modernistas sobre o corpo e o trabalho de muitos artistas plásticos e performers são algumas referências inspiradoras.
Toca a trabalhar!

DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
EQUIPA DE CONSTRUÇÃO: MARIANA BACELAR, EDUARDO MENDES, INÊS MARIANA MOITAS, INÊS COUTINHO, DIANA REGAL, IGOR GANDRA, RAUL CONSTANTE PEREIRA, RODRIGO MALVAR E TODAS AS CENTENAS DE PESSOAS QUE COLABORARAM NO ATELIER DA RUA DAS FLORES E NO ATELIER A CÉU ABERTO

WOP Oficina de construção Corpos Extraordinários . Fotos: Joaquin Gerêz

PARTICIPAÇÃO GRATUITA – Inscrições: dir.producao.fimp@gmail.com 

16 A 24 DE SETEMBRO, 15H00
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP FIMPALITOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP

A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.

CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

WOP FIMPalitos . Foto: Susana Neves
20 E 21 DE SETEMBRO
ESCOLA SUPERIOR DE MÚSICA, ARTES E ESPECTÁCULO

WOP JEANNE MORDOJ

Jeanne Mordoj
Duração: 06:00 + 06:00
Classificação Etária: M18 anos
O acesso a este ‘WOP’ está limitado a 12 pessoas
Preço: 50€ (com bilhete para “Eloge du Poil”)

Antes do workshop os participantes assistem ao espetáculo Eloge du Poil e, portanto, à mulher barbada.
A proposta é que cada participante tente entrar na pele do outro sexo.
Os participantes terão de preparar, antecipadamente, o seu fato e maquilhagem e perder algum tempo a procurar a aparência do outro feminino ou masculino em si.
As mulheres devem arranjar barbas falsas e roupas de homem, a visão delas em homens; os homens devem encontrar sapatos de salto alto, vestidos, maquilhagem… ou seja, tudo o que os possa fazer mulheres.
Cada um traz a sua visão do outro sexo para si.
Poderemos criar bigodes e cabelos, vestidos, etc…, a partir de todos os materiais, como palha, lã, tecido… nada disto precisa de ser muito realista nem sofisticado, mas muito pessoal.
A partir daí, e usando como aquecimento físico a técnica do BMC (Body Mind Centering), exploraremos, inventaremos juntos a qualidade de movimentos, da voz deste outro – o seu modo de lidar com os outros, de comunicar.
Através de improvisações tentaremos dar corpo e contorno a cada um. Como abrir outros campos, a que soa a voz, qual a atitude, o ritmo dessa mulher nesse homem, desse homem nessa mulher.
É um convite ao jogo, à descoberta de uma outra faceta, ao prazer de nos surpreendermos um pouco, talvez.
Quem tiver prática com objetos, marionetas, ou textos… poderá trazê-los.

WOP Jeanne Mordoj . Foto: Christophe Raynaud de Lage

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RESERVAS E INFORMAÇÕES
TEL: 223320419 / 223320053
www.fim.com.pt

ENCONTROS E DESENCONTROS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ATELIER A CÉU ABERTO

Espaço de trabalho no exterior, “ao ar livre”, “à fresca”, “ao sol”, “ao léu”, “a descoberto”, “ao natural”, etc…
Neste atelier realizar-se-ão actividades construtivas, desconstrutivas e outras operações sobre a matéria e os sonhos. Adequado a pessoas de todas as idades, este é um espaço aberto ao céu e à cidade. Fimpalitos e Corpos Extraordinários para o respectivo baile, serão os resultados esperáveis do labor aqui realizado.

ACESSO GRATUITO

16 A 24  DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ESPLANADA FIMP

Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. A esplanada FIMP é o prolongamento natural do Atelier a Céu Aberto. Alguns trabalhos dão mais prazer do que a maioria dos conhaques.
O Porto ao Pôr-do-Sol é servido na esplanada.

16 A 24  DE SETEMBRO, 18H30
PRAÇA DA CORDOARIA

PORTO AO PÔR DO SOL

Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.

TERÇA-FEIRA, 20 DE SETEMBRO – PROGRAMAÇÃO

ESPETÁCULOS

20 E 21 DE SETEMBRO, 21H30
TEATRO CARLOS ALBERTO

AUTO DA CRIAÇÃO DO MUNDO
CENDREV – CENTRO DRAMÁTICO DE ÉVORA

Com uma história que remonta ao séc. XIX, estes títeres tradicionais do Alentejo parecem ter tido a sua origem na aldeia que lhes deu o nome. Bonecos de varão que são manipulados por cima, à semelhança das grandes marionetas do Sul de Itália e do Norte da Europa, mas de dimensão mais reduzida.
No repertório dos espetáculos dos Bonecos de Santo Aleixo podemos encontrar peças de tradição secular, de teor maioritariamente religioso, como o Auto da Criação do Mundo, assim como textos e canções que pertencem à chamada literatura de cordel, numa fusão produtiva entre a cultura popular e a escrita erudita. Legado recuperado em finais dos anos 1960 por Michel Giacometti e Henrique Delgado, os Bonecos de Santo Aleixo seriam posteriormente adquiridos pelo Centro Dramático de Évora, que através dos seus atores profissionais assegura a continuidade desta expressão artística alentejana.

INTERPRETAÇÃO: ANA MEIRA, GIL SALGUEIRO NAVE, ISABEL BILOU, JOSÉ RUSSO, VICTOR ZAMBUJO
ACOMPANHAMENTO MUSICAL (GUITARRA PORTUGUESA): GIL SALGUEIRO NAVE
PRODUÇÃO: CENDREV – CENTRO DRAMÁTICO DE ÉVORA

DURAÇÃO APROXIMADA: 01:10
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

Auto da Criação do Mundo – CENDREV – Centro Dramático de Évora . Foto: Paulo Nuno Silva
www.cendrev.com

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16 E 17 DE SETEMBRO, 23H00
20 A 24 DE SETEMBRO, 23H00
TEATRO DE BELOMONTE

CAPUCHINHO VERMELHO XXX
TEATRO DE MARIONETAS DO PORTO

Gostamos de desafios e voltar ao Capuchinho Vermelho, criado em 89 pelo João Paulo, agora nesta nova versão é mergulhar nesse universo delirante e hardcore tão peculiar e divertido onde os objetos se transformam em marionetas comestíveis.
O Edgard Fernandes é o ator / intérprete desta nova versão agora em estreia no FIMP.

Isabel Barros

Já reparou que O Capuchinho Vermelho é uma história na qual não se fala senão de comer?
Este aspeto do conto pareceu interessar João Paulo Seara Cardoso que aqui nos apresenta um saboroso espetáculo de teatro de objetos (perecíveis).
Tudo começa, tranquilamente, sobre a toalha plástica de uma mesa de cozinha um pouco antes da hora do jantar, até ao momento em que… a hortaliça espalhada sobre a mesa se transforma em floresta. A partir daí o universo oscila, os espaços vacilam, os tempos mudam e assistimos impotentes à metamorfose culinária do conto numa sequência de gestos e de imagens vertiginosas. O personagem, burocrata tímido, lívido, deixa-se levar, no espaço apertado da sua cozinha, por um saboroso delírio de invenções surrealistas.
É um espetáculo hilariante, efémero como uma boa refeição, mas do qual nos recordaremos por muito tempo.

ENCENAÇÃO: JOÃO PAULO SEARA CARDOSO (1956-2010)
INTERPRETAÇÃO: EDGARD FERNANDES

DURAÇÃO APROXIMADA: 00:35
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M16 ANOS
PREÇO: 10€

Capuchinho Vermelho XXX – TEATRO de Marionetas do Porto . Foto: Catarina Côdea
www.marionetasdoporto.pt

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16 A 24 DE SETEMBRO
LOCAIS DE APRESENTAÇÃO FIMP

FILME A SEIS MÃOS
AMARANTE ABRAMOVICI, IGOR GANDRA, TIAGO AFONSO

Mãos que abraçam e empurram
Mãos que agarram e deixam cair
Mãos que roubam, mãos que dão
Mãos aos pares
Mãos que falam
Mãos que suam e ganham calo
Mãos pintadas e de luvas
Mãos que criam, mãos que matam
Mãos, mãos, mãos…

Um filme a seis mãos feito de mãos sem conta.

WIP – WORK IN PROGRESS

20 DE SETEMBRO, 18H45
MOSTEIRO DE SÃO BENTO DA VITÓRIA

WIP ANGST

Susana Nunes
Duração: 00:14
Classificação Etária: M12 anos
Acesso gratuito com inscrição prévia

Tomando como ponto de partida o conto “Josefina, a Cantora ou O Povo dos Ratos” de Franz Kafka, ANGST explora a dissociação e o estranhamento, a assunção de autonomia por partes do corpo que se libertam do centro de decisão e se manifestam, o objecto parcial autónomo – a marioneta.
Acontecimentos estranhos, que se equilibram num eixo de tensão e ambiguidade, sabotam a tentativa de produzir um discurso. Na coexistência de duas entidades, nesta espécie de auto-armadilhamento, surge um intruso que anima o corpo cativo. Um “outro” que resiste à inscrição na ordem do familiar e do humano, permanecendo um plasma inconsistente, um ser sem história, sem idade, sem nome, que parece ser o estigma da presença de outros, de um Povo.

CONCEÇÃO / MANIPULAÇÃO: SUSANA NUNES

WIP Angst . Foto: Susana Nunes

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WOP – WORKSHOPS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP OFICINA DE CONSTRUÇÃO CORPOS EXTRAORDINÁRIOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito

Nesta oficina vamos construir corpos novos e extraordinários. Na verdade, tratam-se de peças que virão a ser acopladas ao corpo e utilizadas no Baile dos Corpos Extraordinários. Estas peças podem ser entendidas como extensões ou exageros das formas do corpo, como máscara, como uma mistura de figurino e marioneta, etc…
As formas tradicionais e populares, as visões modernistas sobre o corpo e o trabalho de muitos artistas plásticos e performers são algumas referências inspiradoras.
Toca a trabalhar!

DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
EQUIPA DE CONSTRUÇÃO: MARIANA BACELAR, EDUARDO MENDES, INÊS MARIANA MOITAS, INÊS COUTINHO, DIANA REGAL, IGOR GANDRA, RAUL CONSTANTE PEREIRA, RODRIGO MALVAR E TODAS AS CENTENAS DE PESSOAS QUE COLABORARAM NO ATELIER DA RUA DAS FLORES E NO ATELIER A CÉU ABERTO

WOP Oficina de construção Corpos Extraordinários . Fotos: Joaquin Gerêz

PARTICIPAÇÃO GRATUITA – Inscrições: dir.producao.fimp@gmail.com 

17 E 24 DE SETEMBRO, 11H00
LOJA FIMP – RUA CÂNDIDO DOS REIS, 84

WOP BOOGIES

Classificação Etária: Todos
Duração: 01:00
Um Boogie: 2€

Os Boogies têm o aspecto de uns pequenos bonecos de esponja, mas na verdade são os habitantes de um planeta distante, o planeta Boogie (lê-se bugui).
Estas criaturas integram o imaginário do FIMP e do Teatro de Ferro desde a sua primeira incursão no nosso planeta, a apresentação do espectáculo BLURP em 2001.
Desde então, têm regressado à terra e actuado em diversos contextos. Nesta edição do Fimp 2011 os Boogies estarão na loja FIMP, acompanhados de um manual de instruções especialmente elaborado para que os manipuladores aprendizes possam em casa, ou em qualquer lugar, partir à descoberta…
Aos sábados, durante o  FIMP, pela manhã irá decorrer a Boogie-Hour – uma micro acção [per]formativa, na qual todos os Boogies e os seus manipuladores estão convidados a participar.

FORMADORA: CARLA VELOSO
CONSTRUÇÃO DAS MARIONETAS: TEATRO DE FERRO

WOP Boogies . Foto: Susana Neves
16 A 24 DE SETEMBRO, 15H00
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP FIMPALITOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP

A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.

CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

WOP FIMPalitos . Foto: Susana Neves

ENCONTROS E DESENCONTROS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ATELIER A CÉU ABERTO

Espaço de trabalho no exterior, “ao ar livre”, “à fresca”, “ao sol”, “ao léu”, “a descoberto”, “ao natural”, etc…
Neste atelier realizar-se-ão actividades construtivas, desconstrutivas e outras operações sobre a matéria e os sonhos. Adequado a pessoas de todas as idades, este é um espaço aberto ao céu e à cidade. Fimpalitos e Corpos Extraordinários para o respectivo baile, serão os resultados esperáveis do labor aqui realizado.

ACESSO GRATUITO

16 A 24  DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ESPLANADA FIMP

Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. A esplanada FIMP é o prolongamento natural do Atelier a Céu Aberto. Alguns trabalhos dão mais prazer do que a maioria dos conhaques.
O Porto ao Pôr-do-Sol é servido na esplanada.

16 A 24  DE SETEMBRO, 18H30
PRAÇA DA CORDOARIA

PORTO AO PÔR DO SOL

Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.

SEGUNDA-FEIRA, 19 DE SETEMBRO – PROGRAMAÇÃO

WIP – WORK IN PROGRESS

19 DE SETEMBRO, 18H45
TEATRO DE FERRO

WIP A CANTORA

Projeto / Espetáculo dos alunos do curso de Mestrado em Teatro da Universidade de Évora nas áreas de especialização: Arte do Ator e Ator / Marionetista e Ator / Marionetista
Duração: 00:50
Classificação Etária: M12 anos
Acesso gratuito com inscrição prévia
Transporte gratuito – Ponto de Encontro: Partida 18.30h na Cordoaria, junto ao Atelier a Céu Aberto. Paragem na Praça Sandeman_Gaia. Regresso às 19.30h, com partida a partir da praça Sandeman. Apoio STCP

Espectáculo construído a partir do conto “Josefina, a Cantora ou O Povo dos Ratos”, de Franz Kafka. Este texto coloca questões muito precisas sobre o papel do artista na sociedade e sobre o modo como uma definição desse papel caracteriza essa mesma sociedade.
Uma reflexão sobre ‘o que fazer’ e como o fazer impôs-se desde o início. O facto de o espectáculo ser o resultado das experiências e aprendizagens realizadas no âmbito de um curso de Mestrado, não por um grupo de artistas que se reúne em torno de algum propósito (in)comum, determinou todo o processo de criação. De alguma forma, foi necessário inventar estes artistas, foi preciso que estes artistas se (re)inventassem, enquanto tal e enquanto colectivo.
A criação de um vocabulário comum ou a voz silenciosa de uma prática partilhada.
Ao longo de um semestre trabalhou-se sobre um conjunto de experiências que concretizam algumas questões fundamentais: relações entre corpo e objecto, a gestão do espaço / tempo de cena e o olhar do observador / espectador. O trabalho sobre a animação da matéria e a exploração das possibilidades de interacção ou contracena com essa estranha forma de vida percorreram, em múltiplas direcções, os corpos e as mentes dos intérpretes.

DIREÇÃO / ENCENAÇÃO: IGOR GANDRA
MARIONETAS E OBJETOS: JÚLIO ALVES, IGOR GANDRA, TEATRO DE FERRO E ALUNOS DO MESTRADO 
INTERPRETAÇÃO / COCRIAÇÃO: AMÂNDIO ANASTÁCIO, ANA CAROLINA SANTOS, ANA CRISTINA DIAS, FÁTIMA MÁRTIRES, JOSÉ GIL, NUNO PINTO, RICARDO ÁVILA E SUSANA NUNES
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: CATARINA LACERDA
DESENHO DE LUZ: GIL ROVISCO
COPRODUÇÃO: DEPARTAMENTO DE ARTES CÉNICAS, CHAIA – CENTRO DE HISTÓRIA DE ARTE E INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA DA UNIVERSIDADE DE ÉVORA, FESTIVAL ESCRITA NA PAISAGEM E TEATRO DE FERRO

WOP – WORKSHOPS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP OFICINA DE CONSTRUÇÃO CORPOS EXTRAORDINÁRIOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito

Nesta oficina vamos construir corpos novos e extraordinários. Na verdade, tratam-se de peças que virão a ser acopladas ao corpo e utilizadas no Baile dos Corpos Extraordinários. Estas peças podem ser entendidas como extensões ou exageros das formas do corpo, como máscara, como uma mistura de figurino e marioneta, etc…
As formas tradicionais e populares, as visões modernistas sobre o corpo e o trabalho de muitos artistas plásticos e performers são algumas referências inspiradoras.
Toca a trabalhar!

DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
EQUIPA DE CONSTRUÇÃO: MARIANA BACELAR, EDUARDO MENDES, INÊS MARIANA MOITAS, INÊS COUTINHO, DIANA REGAL, IGOR GANDRA, RAUL CONSTANTE PEREIRA, RODRIGO MALVAR E TODAS AS CENTENAS DE PESSOAS QUE COLABORARAM NO ATELIER DA RUA DAS FLORES E NO ATELIER A CÉU ABERTO

WOP Oficina de construção Corpos Extraordinários . Fotos: Joaquin Gerêz

PARTICIPAÇÃO GRATUITA – Inscrições: dir.producao.fimp@gmail.com 

16 A 24 DE SETEMBRO, 15H00
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP FIMPALITOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP

A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.

CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

WOP FIMPalitos . Foto: Susana Neves

ENCONTROS E DESENCONTROS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ATELIER A CÉU ABERTO

Espaço de trabalho no exterior, “ao ar livre”, “à fresca”, “ao sol”, “ao léu”, “a descoberto”, “ao natural”, etc…
Neste atelier realizar-se-ão actividades construtivas, desconstrutivas e outras operações sobre a matéria e os sonhos. Adequado a pessoas de todas as idades, este é um espaço aberto ao céu e à cidade. Fimpalitos e Corpos Extraordinários para o respectivo baile, serão os resultados esperáveis do labor aqui realizado.

ACESSO GRATUITO

16 A 24  DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ESPLANADA FIMP

Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. A esplanada FIMP é o prolongamento natural do Atelier a Céu Aberto. Alguns trabalhos dão mais prazer do que a maioria dos conhaques.
O Porto ao Pôr-do-Sol é servido na esplanada.

16 A 24  DE SETEMBRO, 18H30
PRAÇA DA CORDOARIA

PORTO AO PÔR DO SOL

Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.

16 A 24 DE SETEMBRO
LOCAIS DE APRESENTAÇÃO FIMP

FILME A SEIS MÃOS
AMARANTE ABRAMOVICI, IGOR GANDRA, TIAGO AFONSO

Mãos que abraçam e empurram
Mãos que agarram e deixam cair
Mãos que roubam, mãos que dão
Mãos aos pares
Mãos que falam
Mãos que suam e ganham calo
Mãos pintadas e de luvas
Mãos que criam, mãos que matam
Mãos, mãos, mãos…

Um filme a seis mãos feito de mãos sem conta.

SPOT FIMP 2011

CORPOS EXTRAORDINÁRIOS NO METRO

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DOMINGO, 18 DE SETEMBRO – PROGRAMAÇÃO

ESPETÁCULOS

17 DE SETEMBRO, 21H30
18 DE SETEMBRO, 16H00
TEATRO CARLOS ALBERTO

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
A TARUMBA – TEATRO DE MARIONETAS

De Lisboa chega-nos o último espetáculo de A Tarumba, uma companhia que se tem vindo a afirmar desde 1993 no panorama nacional e internacional do teatro de marionetas. Inscrito num ciclo de criações dedicadas ao tema do amor, iniciado com Mironescópio: A Máquina do Amor (2009),
Sonho de uma Noite de Verão inspira-se livremente na muito fantasiosa (e libertina!) comédia de William Shakespeare. Num ambiente vintage e surreal de um cabaré decadente Lady Eliza, Lady Rachel, Sir Gianni Shake e o seu Mordomo, Sir Butler, estranhas lendas de outros tempos que poderiam ter saído de um antigo filme série B, apresentam um espetáculo de formas animadas, com marionetas muito “especiais” que irão levar-nos aos vários “recantos” deste Sonho. É de lá que nos chega a advertência melancólica imortalizada por Lisandro: “Nunca foi suave o curso do vero amor”…

ADAPTAÇÃO, DIREÇÃO ARTÍSTICA E CONSTRUÇÃO: LUÍS VIEIRA, RUTE RIBEIRO
PSICHÉS: ZÉ RUI
LUZ E SONOPLASTIA: CATARINA CÔDEA
ASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIA: RAQUEL MONTEIRO
PRODUÇÃO EXECUTIVA: INÊS GARCIA
ATORES-MANIPULADORES: LUÍS HIPÓLITO, LUÍS VIEIRA, RAQUEL MONTEIRO, RUTE RIBEIRO
COPRODUÇÃO: A TARUMBA – TEATRO DE MARIONETAS, MUSEU DA MARIONETA | EGEAC

DURAÇÃO APROXIMADA: 01:00
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

Sonho de uma Noite de Verão – A Tarumba – Teatro de Marionetas . Foto: Alípio Padilha
www.tarumba.org

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18 DE SETEMBRO, 19H00
TEATRO DE FERRO

CICLO M1 [MARIONETA 1] M 1.1 E M 1.2
TEATRO DE FERRO

M1 é uma forma abreviada para escrever Marioneta 1. Esta é uma designação que temos utilizado, como referência ou anotação, nas notas de encenação e outros registos manuscritos ou desenhados que nos acompanham nos ensaios.
M1 é agora o nome da marioneta que irá protagonizar a solo um ciclo de quatro criações
[M 1.1, M 1.2, M 1.3 e M 1.4].
Super-herói, deus caído do Olimpo, experiência laboratorial ou anónimo transeunte, M1 contracena com a sua própria condição de actor e objecto manipulado, dominado e dominador.
Outros artistas e outras artes com diferentes olhares sobre um mesmo corpo, a mesma matéria, levarão à cena 4 peças de aproximadamente 20 minutos.
No FIMP 2011 serão estreadas as duas primeiras partes deste ciclo.

CONCEITO: CARLA VELOSO
MARIONETAS: MARIA JORGE VILAVERDE E JÚLIO ALVES
COPRODUÇÃO: TEATRO DE FERRO E FESTIVAL ESCRITA NA PAISAGEM
M 1.1: DIREÇÃO E INTERPRETAÇÃO: CARLA VELOSO
MÚSICA: CARLOS GUEDES
M 1.2: DIREÇÃO: TEJA REBA E LOUP ABRAMOVICI
INTERPRETAÇÃO: IGOR GANDRA

ESTREIA ABSOLUTA
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:40 = 00:20+00:20
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M6 ANOS
PREÇO: 5€
TRANSPORTE GRATUITO – PONTO DE ENCONTRO: PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO. APOIO STCP

Ciclo M1 [Marioneta 1] M 1.1 e M 1.2 – Teatro de Ferro . Foto: Teatro de Ferro
www.myspace.com/teatrodeferro

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16 A 18 DE SETEMBRO, 21H30
MOSTEIRO DE SÃO BENTO DA VITÓRIA

ELOGE DU POIL
JEANNE MORDOJ

De atração de circo, curiosidade teratológica ou aberração humana, as mulheres barbadas foram adquirindo um estatuto de manifestação política contra os padrões de feminilidade vigentes. Digamos que em Eloge du Poil [Elogio do Pêlo] a performer francesa Jeanne Mordoj joga com todas as variáveis da equação, não fosse ela uma exímia praticante de artes circenses (contorcionismo, malabarismo, ventriloquismo e etc…) e não tivesse colocado no centro dos seus últimos solos uma interrogação sobre o eterno feminino. Eloge du Poil oscila assim entre o divertimento selvagem (quem viu não esquecerá nunca uma discussão ventríloqua entre crânios de animais e uma cabeça de mulher barbada) e o inconformismo ideológico. Em França, a crítica Rosita Boisseau anotou nas páginas do Le Monde: “O conflito entre fascínio e rejeição é uma sensação rara no teatro”. Era um elogio.

CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: JEANNE MORDOJ
ENCENAÇÃO: PIERRE MEUNIER
CENOGRAFIA E DESENHO DE LUZ: BERNARD REVEL
COMPOSIÇÃO MUSICAL E AMBIENTE SONORO: BERTRAND BOSS
ADEREÇOS: MATHIEU DELANGLE
FIGURINOS: ELISABETH CERQUEIRA, STÉPHANE THOMAS, TANIA DIETRICH
TEXTOS ESCRITOS POR: JEANNE MORDOJ, PIERRE MEUNIER
COREOGRAFIA: CÉCILE BON
VENTRILOQUIA: MICHEL DEJENEFFE
FOTOGRAFIA: MARIE FRÉCON
ADEREÇOS: GUILHAUME DE BAUDREUIL
TRADUÇÃO: REGINA GUIMARÃES

DURAÇÃO APROXIMADA: 01:10
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO MSBV

Eloge du Poil – Jeanne Mordoj . Foto: Christophe Raynaud de Lage
www.elogedupoil.com

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16 A 24 DE SETEMBRO
LOCAIS DE APRESENTAÇÃO FIMP

FILME A SEIS MÃOS
AMARANTE ABRAMOVICI, IGOR GANDRA, TIAGO AFONSO

Mãos que abraçam e empurram
Mãos que agarram e deixam cair
Mãos que roubam, mãos que dão
Mãos aos pares
Mãos que falam
Mãos que suam e ganham calo
Mãos pintadas e de luvas
Mãos que criam, mãos que matam
Mãos, mãos, mãos…

Um filme a seis mãos feito de mãos sem conta.

WIP – WORK IN PROGRESS

18 DE SETEMBRO, 17H00
MOSTEIRO DE SÃO BENTO DA VITÓRIA

WIP JEANNE MORDOJ

Encontro com a artista
Duração: 00:50
Classificação Etária: M12 anos
Acesso gratuito com inscrição prévia

É proposto um momento de diálogo entre a artista e o público. Os pontos de partida serão o espetáculo e o workshop apresentados neste festival.

 Jeanne Mordoj . Foto: Christophe Raynaud de Lage

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WOP – WORKSHOPS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP OFICINA DE CONSTRUÇÃO CORPOS EXTRAORDINÁRIOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito

Nesta oficina vamos construir corpos novos e extraordinários. Na verdade, tratam-se de peças que virão a ser acopladas ao corpo e utilizadas no Baile dos Corpos Extraordinários. Estas peças podem ser entendidas como extensões ou exageros das formas do corpo, como máscara, como uma mistura de figurino e marioneta, etc…
As formas tradicionais e populares, as visões modernistas sobre o corpo e o trabalho de muitos artistas plásticos e performers são algumas referências inspiradoras.
Toca a trabalhar!

DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
EQUIPA DE CONSTRUÇÃO: MARIANA BACELAR, EDUARDO MENDES, INÊS MARIANA MOITAS, INÊS COUTINHO, DIANA REGAL, IGOR GANDRA, RAUL CONSTANTE PEREIRA, RODRIGO MALVAR E TODAS AS CENTENAS DE PESSOAS QUE COLABORARAM NO ATELIER DA RUA DAS FLORES E NO ATELIER A CÉU ABERTO

WOP Oficina de construção Corpos Extraordinários . Fotos: Joaquin Gerêz

PARTICIPAÇÃO GRATUITA – Inscrições: dir.producao.fimp@gmail.com 

16 A 24 DE SETEMBRO, 15H00
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO

WOP FIMPALITOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP

A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.

CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

WOP FIMPalitos . Foto: Susana Neves

ENCONTROS E DESENCONTROS

16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ATELIER A CÉU ABERTO

Espaço de trabalho no exterior, “ao ar livre”, “à fresca”, “ao sol”, “ao léu”, “a descoberto”, “ao natural”, etc…
Neste atelier realizar-se-ão actividades construtivas, desconstrutivas e outras operações sobre a matéria e os sonhos. Adequado a pessoas de todas as idades, este é um espaço aberto ao céu e à cidade. Fimpalitos e Corpos Extraordinários para o respectivo baile, serão os resultados esperáveis do labor aqui realizado.

ACESSO GRATUITO

16 A 24  DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA

ESPLANADA FIMP

Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. A esplanada FIMP é o prolongamento natural do Atelier a Céu Aberto. Alguns trabalhos dão mais prazer do que a maioria dos conhaques.
O Porto ao Pôr-do-Sol é servido na esplanada.

16 A 24  DE SETEMBRO, 18H30
PRAÇA DA CORDOARIA

PORTO AO PÔR DO SOL

Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.

SÁBADO, 17 DE SETEMBRO – PROGRAMAÇÃO

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ESPETÁCULOS

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16 A 18 DE SETEMBRO, 21H30
MOSTEIRO DE SÃO BENTO DA VITÓRIA
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ELOGE DU POIL
JEANNE MORDOJ

De atração de circo, curiosidade teratológica ou aberração humana, as mulheres barbadas foram adquirindo um estatuto de manifestação política contra os padrões de feminilidade vigentes. Digamos que em Eloge du Poil [Elogio do Pêlo] a performer francesa Jeanne Mordoj joga com todas as variáveis da equação, não fosse ela uma exímia praticante de artes circenses (contorcionismo, malabarismo, ventriloquismo e etc…) e não tivesse colocado no centro dos seus últimos solos uma interrogação sobre o eterno feminino. Eloge du Poil oscila assim entre o divertimento selvagem (quem viu não esquecerá nunca uma discussão ventríloqua entre crânios de animais e uma cabeça de mulher barbada) e o inconformismo ideológico. Em França, a crítica Rosita Boisseau anotou nas páginas do Le Monde: “O conflito entre fascínio e rejeição é uma sensação rara no teatro”. Era um elogio.

CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: JEANNE MORDOJ
ENCENAÇÃO: PIERRE MEUNIER
CENOGRAFIA E DESENHO DE LUZ: BERNARD REVEL
COMPOSIÇÃO MUSICAL E AMBIENTE SONORO: BERTRAND BOSS
ADEREÇOS: MATHIEU DELANGLE
FIGURINOS: ELISABETH CERQUEIRA, STÉPHANE THOMAS, TANIA DIETRICH
TEXTOS ESCRITOS POR: JEANNE MORDOJ, PIERRE MEUNIER
COREOGRAFIA: CÉCILE BON
VENTRILOQUIA: MICHEL DEJENEFFE
FOTOGRAFIA: MARIE FRÉCON
ADEREÇOS: GUILHAUME DE BAUDREUIL
TRADUÇÃO: REGINA GUIMARÃES

DURAÇÃO APROXIMADA: 01:10
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO MSBV

Eloge du Poil – Jeanne Mordoj . Foto: Christophe Raynaud de Lage
www.elogedupoil.com

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17 DE SETEMBRO, 21H30
18 DE SETEMBRO, 16H00
TEATRO CARLOS ALBERTO
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SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
A TARUMBA – TEATRO DE MARIONETAS

De Lisboa chega-nos o último espetáculo de A Tarumba, uma companhia que se tem vindo a afirmar desde 1993 no panorama nacional e internacional do teatro de marionetas. Inscrito num ciclo de criações dedicadas ao tema do amor, iniciado com Mironescópio: A Máquina do Amor (2009),
Sonho de uma Noite de Verão inspira-se livremente na muito fantasiosa (e libertina!) comédia de William Shakespeare. Num ambiente vintage e surreal de um cabaré decadente Lady Eliza, Lady Rachel, Sir Gianni Shake e o seu Mordomo, Sir Butler, estranhas lendas de outros tempos que poderiam ter saído de um antigo filme série B, apresentam um espetáculo de formas animadas, com marionetas muito “especiais” que irão levar-nos aos vários “recantos” deste Sonho. É de lá que nos chega a advertência melancólica imortalizada por Lisandro: “Nunca foi suave o curso do vero amor”…

ADAPTAÇÃO, DIREÇÃO ARTÍSTICA E CONSTRUÇÃO: LUÍS VIEIRA, RUTE RIBEIRO
PSICHÉS: ZÉ RUI
LUZ E SONOPLASTIA: CATARINA CÔDEA
ASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIA: RAQUEL MONTEIRO
PRODUÇÃO EXECUTIVA: INÊS GARCIA
ATORES-MANIPULADORES: LUÍS HIPÓLITO, LUÍS VIEIRA, RAQUEL MONTEIRO, RUTE RIBEIRO
COPRODUÇÃO: A TARUMBA – TEATRO DE MARIONETAS, MUSEU DA MARIONETA | EGEAC

DURAÇÃO APROXIMADA: 01:00
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

Sonho de uma Noite de Verão – A Tarumba – Teatro de Marionetas . Foto: Alípio Padilha
www.tarumba.org

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16 E 17 DE SETEMBRO, 23H00
20 A 24 DE SETEMBRO, 23H00
TEATRO DE BELOMONTE
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CAPUCHINHO VERMELHO XXX
TEATRO DE MARIONETAS DO PORTO

Gostamos de desafios e voltar ao Capuchinho Vermelho, criado em 89 pelo João Paulo, agora nesta nova versão é mergulhar nesse universo delirante e hardcore tão peculiar e divertido onde os objetos se transformam em marionetas comestíveis.
O Edgard Fernandes é o ator / intérprete desta nova versão agora em estreia no FIMP.

Isabel Barros

Já reparou que O Capuchinho Vermelho é uma história na qual não se fala senão de comer?
Este aspeto do conto pareceu interessar João Paulo Seara Cardoso que aqui nos apresenta um saboroso espetáculo de teatro de objetos (perecíveis).
Tudo começa, tranquilamente, sobre a toalha plástica de uma mesa de cozinha um pouco antes da hora do jantar, até ao momento em que… a hortaliça espalhada sobre a mesa se transforma em floresta. A partir daí o universo oscila, os espaços vacilam, os tempos mudam e assistimos impotentes à metamorfose culinária do conto numa sequência de gestos e de imagens vertiginosas. O personagem, burocrata tímido, lívido, deixa-se levar, no espaço apertado da sua cozinha, por um saboroso delírio de invenções surrealistas.
É um espetáculo hilariante, efémero como uma boa refeição, mas do qual nos recordaremos por muito tempo.

ENCENAÇÃO: JOÃO PAULO SEARA CARDOSO (1956-2010)
INTERPRETAÇÃO: EDGARD FERNANDES

DURAÇÃO APROXIMADA: 00:35
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M16 ANOS
PREÇO: 10€

Capuchinho Vermelho XXX – TEATRO de Marionetas do Porto . Foto: Catarina Côdea
www.marionetasdoporto.pt

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16 A 24 DE SETEMBRO
LOCAIS DE APRESENTAÇÃO FIMP
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FILME A SEIS MÃOS
AMARANTE ABRAMOVICI, IGOR GANDRA, TIAGO AFONSO

Mãos que abraçam e empurram
Mãos que agarram e deixam cair
Mãos que roubam, mãos que dão
Mãos aos pares
Mãos que falam
Mãos que suam e ganham calo
Mãos pintadas e de luvas
Mãos que criam, mãos que matam
Mãos, mãos, mãos…

Um filme a seis mãos feito de mãos sem conta.

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WOP – WORKSHOPS

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16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO
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WOP OFICINA DE CONSTRUÇÃO CORPOS EXTRAORDINÁRIOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito

Nesta oficina vamos construir corpos novos e extraordinários. Na verdade, tratam-se de peças que virão a ser acopladas ao corpo e utilizadas no Baile dos Corpos Extraordinários. Estas peças podem ser entendidas como extensões ou exageros das formas do corpo, como máscara, como uma mistura de figurino e marioneta, etc…
As formas tradicionais e populares, as visões modernistas sobre o corpo e o trabalho de muitos artistas plásticos e performers são algumas referências inspiradoras.
Toca a trabalhar!

DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
EQUIPA DE CONSTRUÇÃO: MARIANA BACELAR, EDUARDO MENDES, INÊS MARIANA MOITAS, INÊS COUTINHO, DIANA REGAL, IGOR GANDRA, RAUL CONSTANTE PEREIRA, RODRIGO MALVAR E TODAS AS CENTENAS DE PESSOAS QUE COLABORARAM NO ATELIER DA RUA DAS FLORES E NO ATELIER A CÉU ABERTO

WOP Oficina de construção Corpos Extraordinários . Fotos: Joaquin Gerêz

PARTICIPAÇÃO GRATUITA – Inscrições: dir.producao.fimp@gmail.com 

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17 E 24 DE SETEMBRO, 11H00
LOJA FIMP – RUA CÂNDIDO DOS REIS, 84
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WOP BOOGIES

Classificação Etária: Todos
Duração: 01:00
Um Boogie: 2€

Os Boogies têm o aspecto de uns pequenos bonecos de esponja, mas na verdade são os habitantes de um planeta distante, o planeta Boogie (lê-se bugui).
Estas criaturas integram o imaginário do FIMP e do Teatro de Ferro desde a sua primeira incursão no nosso planeta, a apresentação do espectáculo BLURP em 2001.
Desde então, têm regressado à terra e actuado em diversos contextos. Nesta edição do Fimp 2011 os Boogies estarão na loja FIMP, acompanhados de um manual de instruções especialmente elaborado para que os manipuladores aprendizes possam em casa, ou em qualquer lugar, partir à descoberta…
Aos sábados, durante o  FIMP, pela manhã irá decorrer a Boogie-Hour – uma micro acção [per]formativa, na qual todos os Boogies e os seus manipuladores estão convidados a participar.

FORMADORA: CARLA VELOSO
CONSTRUÇÃO DAS MARIONETAS: TEATRO DE FERRO

WOP Boogies . Foto: Susana Neves
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16 A 24 DE SETEMBRO, 15H00
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO
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WOP FIMPALITOS

Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP

A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.

CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

WOP FIMPalitos . Foto: Susana Neves
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ENCONTROS E DESENCONTROS

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16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA
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ATELIER A CÉU ABERTO

Espaço de trabalho no exterior, “ao ar livre”, “à fresca”, “ao sol”, “ao léu”, “a descoberto”, “ao natural”, etc…
Neste atelier realizar-se-ão actividades construtivas, desconstrutivas e outras operações sobre a matéria e os sonhos. Adequado a pessoas de todas as idades, este é um espaço aberto ao céu e à cidade. Fimpalitos e Corpos Extraordinários para o respectivo baile, serão os resultados esperáveis do labor aqui realizado.

ACESSO GRATUITO

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16 A 24  DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA
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ESPLANADA FIMP

Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. A esplanada FIMP é o prolongamento natural do Atelier a Céu Aberto. Alguns trabalhos dão mais prazer do que a maioria dos conhaques.
O Porto ao Pôr-do-Sol é servido na esplanada.

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16 A 24  DE SETEMBRO, 18H30
PRAÇA DA CORDOARIA
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PORTO AO PÔR DO SOL

Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.

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