
ESPETÁCULOS
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21 A 24 DE SETEMBRO, 11H00
21, 22, E 24 DE SETEMBRO, 15H00
TEATRO CARLOS ALBERTO
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ESTÓRIA DO TAMANHO DAS PALAVRAS
LIMITE ZERO
Numa Biblioteca onde os livros são as casas das palavras, vive uma família: a mãe Palavra, a filha Palavrinha e o pai Palavrão. Eles moram num livro antigo que, por ser já muito velho, está a cair de podre e necessita de obras. Mas os autores só fazem obras para livros novos. A novidade é que existe nessa Biblioteca um Papão, o Bicho-da-Prata, mais conhecido como o Papa-Livros, que se alimenta de palavras e devora todos os livros, fazendo a vida negra às palavras que lá vivem. Mas um dia, a bibliotecária recebe um telefonema de um autor muito famoso que anda a procura de palavras para o seu novo livro. É a oportunidade para a família de palavras mudar de vida. Só que o famoso autor, armado em vedeta, escolhe a Palavra e a Palavrinha, mas exclui o Palavrão do seu novo livro. Será que mãe e filha abandonarão o marido e pai Palavrão em troca da casa nova?
Contamos uma história onde os personagens principais são os habitantes de uma biblioteca.
As palavras, que vivem numa casa que é um livro, numa cidade que é a biblioteca, ganham vida, com os seus defeitos e qualidades, tal e qual como as pessoas, fazendo-nos ter vontade de as conhecer melhor.
TEXTO: THOMAS BAKK
ENCENAÇÃO E CENOGRAFIA: RAUL CONSTANTE PEREIRA
DESENHOS: SANDRA NEVES
DESENHO DE LUZ: PEDRO CARVALHO
MÚSICA E SONOPLASTIA: CARLOS ADOLFO
INTERPRETAÇÃO: TERESA ALPENDURADA, RAUL CONSTANTE PEREIRA
COSTUREIRA: ALEXANDRA BARBOSA
CONSTRUÇÃO CÉNICA: JOANA CAETANO, HERNÂNI MIRANDA, JOÃO LOUREIRO, ALEXANDRA BARBOSA, INÊS MARIANA
DESIGN GRÁFICO: SANDRA NEVES
PRODUÇÃO LIMITE ZERO
ESTREIA ABSOLUTA
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:50
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M4 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

Estória do Tamanho das Palavras – Limite Zero . Foto: Susana Neves
www.limitezero.org
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20 E 21 DE SETEMBRO, 21H30
TEATRO CARLOS ALBERTO
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AUTO DA CRIAÇÃO DO MUNDO
CENDREV – CENTRO DRAMÁTICO DE ÉVORA
Com uma história que remonta ao séc. XIX, estes títeres tradicionais do Alentejo parecem ter tido a sua origem na aldeia que lhes deu o nome. Bonecos de varão que são manipulados por cima, à semelhança das grandes marionetas do Sul de Itália e do Norte da Europa, mas de dimensão mais reduzida.
No repertório dos espetáculos dos Bonecos de Santo Aleixo podemos encontrar peças de tradição secular, de teor maioritariamente religioso, como o Auto da Criação do Mundo, assim como textos e canções que pertencem à chamada literatura de cordel, numa fusão produtiva entre a cultura popular e a escrita erudita. Legado recuperado em finais dos anos 1960 por Michel Giacometti e Henrique Delgado, os Bonecos de Santo Aleixo seriam posteriormente adquiridos pelo Centro Dramático de Évora, que através dos seus atores profissionais assegura a continuidade desta expressão artística alentejana.
INTERPRETAÇÃO: ANA MEIRA, GIL SALGUEIRO NAVE, ISABEL BILOU, JOSÉ RUSSO, VICTOR ZAMBUJO
ACOMPANHAMENTO MUSICAL (GUITARRA PORTUGUESA): GIL SALGUEIRO NAVE
PRODUÇÃO: CENDREV – CENTRO DRAMÁTICO DE ÉVORA
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:10
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: BILHETEIRA DO TECA

Auto da Criação do Mundo – CENDREV – Centro Dramático de Évora . Foto: Paulo Nuno Silva
www.cendrev.com
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21 E 22 DE SETEMBRO, 21H30
TEATRO HELENA SÁ E COSTA
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PEDRA-PÃO
CIRCOLANDO
Pedra-Pão tem como ponto de partida o entendimento da precariedade como motor de reinvenção das condições de sobrevivência. Queremos falar de um mundo que tem sempre que se reinventar, onde o quotidiano para ser suportável tem que ser visto de lado, de cima, de baixo, da esquerda, da direita, de frente e de trás para poder perceber o potencial que tem cada momento de vida.
Da cenografia fazem parte três móveis com rodas e três portas, restos de um quarto e de uma cozinha que podem ter pertencido a uma casa, agora abandonada.
Com a sua manipulação e utilização diversa, conseguimos ir criando e transformando os vários espaços de cena. Ora compomos espaços mais ou menos públicos, ora revelamos espaços íntimos e mais privados, explorando o avesso dos móveis, o seu lado mais interior. Viver em regime de sobrevivência.
CRIAÇÃO COLECTIVA
DIRECÇÃO: PATRICK MURYS
INTERPRETAÇÃO: INÊS OLIVEIRA, MAFALDA SALOIO E PATRICK MURYS
APOIO À DIRECÇÃO: ANDRÉ BRAGA, CLÁUDIA FIGUEIREDO E JOÃO VLADIMIRO
SONOPLASTIA: PEDRO FONSECA
CONSTRUÇÃO: SANDRA NEVES, CARLOS PINHEIRO, NUNO GUEDES E NUNO BRANDÃO
LUZ: FRANCISCO TAVARES TELES
PRODUÇÃO: ANA CARVALHOSA (DIRECÇÃO) E CLÁUDIA SANTOS
CO-PRODUÇÃO: ARTEMREDE, CENTRO CULTURAL DE BELÉM / FÁBRICA DAS ARTES, FESTIVAL INTERNACIONAL DE MARIONETAS DO PORTO
APOIOS: IEFP/CACE CULTURAL DO PORTO
ANTE-ESTREIA
DURAÇÃO APROXIMADA: 01:00
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M12 ANOS
PREÇO: 10€

Pedra-Pão – Circolando . Foto: João Vladimiro
www.circolando.com
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16 E 17 DE SETEMBRO, 23H00
20 A 24 DE SETEMBRO, 23H00
TEATRO DE BELOMONTE
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CAPUCHINHO VERMELHO XXX
TEATRO DE MARIONETAS DO PORTO
Gostamos de desafios e voltar ao Capuchinho Vermelho, criado em 89 pelo João Paulo, agora nesta nova versão é mergulhar nesse universo delirante e hardcore tão peculiar e divertido onde os objetos se transformam em marionetas comestíveis.
O Edgard Fernandes é o ator / intérprete desta nova versão agora em estreia no FIMP.
Isabel Barros
Já reparou que O Capuchinho Vermelho é uma história na qual não se fala senão de comer?
Este aspeto do conto pareceu interessar João Paulo Seara Cardoso que aqui nos apresenta um saboroso espetáculo de teatro de objetos (perecíveis).
Tudo começa, tranquilamente, sobre a toalha plástica de uma mesa de cozinha um pouco antes da hora do jantar, até ao momento em que… a hortaliça espalhada sobre a mesa se transforma em floresta. A partir daí o universo oscila, os espaços vacilam, os tempos mudam e assistimos impotentes à metamorfose culinária do conto numa sequência de gestos e de imagens vertiginosas. O personagem, burocrata tímido, lívido, deixa-se levar, no espaço apertado da sua cozinha, por um saboroso delírio de invenções surrealistas.
É um espetáculo hilariante, efémero como uma boa refeição, mas do qual nos recordaremos por muito tempo.
ENCENAÇÃO: JOÃO PAULO SEARA CARDOSO (1956-2010)
INTERPRETAÇÃO: EDGARD FERNANDES
DURAÇÃO APROXIMADA: 00:35
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M16 ANOS
PREÇO: 10€

Capuchinho Vermelho XXX – TEATRO de Marionetas do Porto . Foto: Catarina Côdea
www.marionetasdoporto.pt
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16 A 24 DE SETEMBRO
LOCAIS DE APRESENTAÇÃO FIMP
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FILME A SEIS MÃOS
AMARANTE ABRAMOVICI, IGOR GANDRA, TIAGO AFONSO
Mãos que abraçam e empurram
Mãos que agarram e deixam cair
Mãos que roubam, mãos que dão
Mãos aos pares
Mãos que falam
Mãos que suam e ganham calo
Mãos pintadas e de luvas
Mãos que criam, mãos que matam
Mãos, mãos, mãos…
Um filme a seis mãos feito de mãos sem conta.

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WIP – WORK IN PROGRESS
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21 DE SETEMBRO, 18H45
TEATRO DE FERRO
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WIP ESCOLA DE VERÃO / PAISAGENS INTERIORES
Escola de Verão do Festival Escrita na Paisagem
Introdução ao Universo de Philippe Genty
Formadores: Eric de Sarria e Nancy Rusek
Duração: 01:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito com inscrição prévia
Transporte gratuito – Partida 18H30 na Cordoaria, junto ao Atelier a Céu Aberto. Paragem na Praça Sandeman_Gaia. Regresso às 20H00, com partida a partir da praça Sandeman. Apoio STCP
O espetáculo que se apresenta configura o resultado do curso intensivo Paisagens Interiores: Introdução ao Universo de Philippe Genty, dirigido por Eric de Sarria e Nancy Rusek (Cie Philippe Genty), no quadro da Escola de Verão do Festival Escrita na Paisagem. Paisagens Interiores representa o segundo nível de um curso introdutório (o primeiro teve lugar no ano passado, também na Escola de Verão do Escrita na Paisagem) à estética e metodologia de trabalho da Compagnie Philippe Genty, concebido com base no método de trabalho de Philippe Genty e Mary Underwood. Propõe-se a descoberta prática de algumas ferramentas de linguagem visual da companhia que cruzam o jogo do ator, manipulação de materiais, o movimento próximo da dança, a voz e que se sustentam nos recursos pessoais de cada participante. O trabalho tem por base: escuta, convicção, impulsos, pontos fixos, dissociação, improvisação, memória, relação com objetos e materiais, ocupação do espaço e a voz.
Projeto copromovido pelo Centro de História de Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora com o apoio da Fundação Ciência e Tecnologia e do Departamento de Artes e Ciências da Universidade de Évora.
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WOP – WORKSHOPS
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16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO
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WOP OFICINA DE CONSTRUÇÃO CORPOS EXTRAORDINÁRIOS
Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
com o envolvimento: Teatro do Frio e Companhia Erva Daninha
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito
Nesta oficina vamos construir corpos novos e extraordinários. Na verdade, tratam-se de peças que virão a ser acopladas ao corpo e utilizadas no Baile dos Corpos Extraordinários. Estas peças podem ser entendidas como extensões ou exageros das formas do corpo, como máscara, como uma mistura de figurino e marioneta, etc…
As formas tradicionais e populares, as visões modernistas sobre o corpo e o trabalho de muitos artistas plásticos e performers são algumas referências inspiradoras.
Toca a trabalhar!
DIREÇÃO ARTÍSTICA: IGOR GANDRA
DIREÇÃO PLÁSTICA: DIANA REGAL E RAUL CONSTANTE PEREIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO ARTÍSTICA: RODRIGO MALVAR
EQUIPA DE DINAMIZAÇÃO: JOANA DOMINGOS, JULIETA GUIMARÃES, RITA GOMES, ROSÁRIO COSTA E VASCO GOMES
EQUIPA DE CONSTRUÇÃO: MARIANA BACELAR, EDUARDO MENDES, INÊS MARIANA MOITAS, INÊS COUTINHO, DIANA REGAL, IGOR GANDRA, RAUL CONSTANTE PEREIRA, RODRIGO MALVAR E TODAS AS CENTENAS DE PESSOAS QUE COLABORARAM NO ATELIER DA RUA DAS FLORES E NO ATELIER A CÉU ABERTO

WOP Oficina de construção Corpos Extraordinários . Fotos: Joaquin Gerêz
PARTICIPAÇÃO GRATUITA – Inscrições: dir.producao.fimp@gmail.com
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16 A 24 DE SETEMBRO, 15H00
PRAÇA DA CORDOARIA – ATELIER A CÉU ABERTO
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WOP FIMPALITOS
Parceria FIMP 2011 e Porto 2.0 – Manobras no Porto *
Duração: 03:00
Classificação Etária: Todos
Acesso gratuito / reservas para grupos
escolares através dos contactos FIMP
A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor / autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados, desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.
CONCEÇÃO E ORGANIZAÇÃO: RAUL CONSTANTE PEREIRA E IGOR GANDRA
APOIO: LIPOR

WOP FIMPalitos . Foto: Susana Neves
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20 E 21 DE SETEMBRO
ESCOLA SUPERIOR DE MÚSICA, ARTES E ESPECTÁCULO
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WOP JEANNE MORDOJ
Jeanne Mordoj
Duração: 06:00 + 06:00
Classificação Etária: M18 anos
O acesso a este ‘WOP’ está limitado a 12 pessoas
Preço: 50€ (com bilhete para “Eloge du Poil”)
Antes do workshop os participantes assistem ao espetáculo Eloge du Poil e, portanto, à mulher barbada.
A proposta é que cada participante tente entrar na pele do outro sexo.
Os participantes terão de preparar, antecipadamente, o seu fato e maquilhagem e perder algum tempo a procurar a aparência do outro feminino ou masculino em si.
As mulheres devem arranjar barbas falsas e roupas de homem, a visão delas em homens; os homens devem encontrar sapatos de salto alto, vestidos, maquilhagem… ou seja, tudo o que os possa fazer mulheres.
Cada um traz a sua visão do outro sexo para si.
Poderemos criar bigodes e cabelos, vestidos, etc…, a partir de todos os materiais, como palha, lã, tecido… nada disto precisa de ser muito realista nem sofisticado, mas muito pessoal.
A partir daí, e usando como aquecimento físico a técnica do BMC (Body Mind Centering), exploraremos, inventaremos juntos a qualidade de movimentos, da voz deste outro – o seu modo de lidar com os outros, de comunicar.
Através de improvisações tentaremos dar corpo e contorno a cada um. Como abrir outros campos, a que soa a voz, qual a atitude, o ritmo dessa mulher nesse homem, desse homem nessa mulher.
É um convite ao jogo, à descoberta de uma outra faceta, ao prazer de nos surpreendermos um pouco, talvez.
Quem tiver prática com objetos, marionetas, ou textos… poderá trazê-los.

WOP Jeanne Mordoj . Foto: Christophe Raynaud de Lage
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RESERVAS E INFORMAÇÕES
TEL: 223320419 / 223320053
www.fim.com.pt
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ENCONTROS E DESENCONTROS
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16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA
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ATELIER A CÉU ABERTO
Espaço de trabalho no exterior, “ao ar livre”, “à fresca”, “ao sol”, “ao léu”, “a descoberto”, “ao natural”, etc…
Neste atelier realizar-se-ão actividades construtivas, desconstrutivas e outras operações sobre a matéria e os sonhos. Adequado a pessoas de todas as idades, este é um espaço aberto ao céu e à cidade. Fimpalitos e Corpos Extraordinários para o respectivo baile, serão os resultados esperáveis do labor aqui realizado.
ACESSO GRATUITO
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16 A 24 DE SETEMBRO
PRAÇA DA CORDOARIA
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ESPLANADA FIMP
Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque. A esplanada FIMP é o prolongamento natural do Atelier a Céu Aberto. Alguns trabalhos dão mais prazer do que a maioria dos conhaques.
O Porto ao Pôr-do-Sol é servido na esplanada.
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16 A 24 DE SETEMBRO, 18H30
PRAÇA DA CORDOARIA
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PORTO AO PÔR DO SOL
Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.